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Vietname – impressões

Não sei porquê mas não tínhamos grandes expectativas dos países que visitamos nesta viagem. Não faço ideia se era porque a expectativa era baixa ou se não pesquisei o suficiente mas a verdade é que fiquei deslumbrada pelo Vietname.

Hanói é único. Durante a viagem encontramos vários portugueses com quem trocamos impressões e uns deles diziam que tinham odiado tanto Hanói que passado 4 horas já estavam prontos para ir embora.

Eu por outro lado amei! Não há comparação desta cidade com nenhuma outra no mundo e por isso mesmo senti durante toda a viagem que tinha de absorver toda esta diferença. O trânsito é caótico. Atravessar a rua tem de ser devagar para que as motas, carros, tuk tuk tenham tempo para ir a volta. Houve uma altura que disse ao J. que atravessar uma rua em Hanói é ver a morte de frente e não poder correr… Mas a verdade é que funciona. Os carros não estão batidos, não vimos acidentes. As constantes apitadelas não são de reclamar mas sim de avisar que estão ali.

E Ha Long Bay….. Primeiro é importante que percebam que está entre as 7 maravilhas naturais do mundo. Muito melhor do que esperei, muito mais bonito do que sonhei, podia ter ficado o dia todo a olhar pela janela do barco…

Há obviamente lados negativos. Lixo, lixo e mais lixo em todo o lado. Pobreza, condições de higiene deploráveis. Mas tivemos cuidado. Só comemos em sítios que tivessem muito bom aspeto, mesmo que isso significasse que iríamos pagar o triplo. Jamais comemos fruta na rua, as facas caem no chão, são apanhadas e voltam a ser usadas… Barulho, muito barulho. Poluição!

Mas ninguém me tira todas as experiências que vivi neste país!

E que comecem os posts sobre o Vietname

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Singapura – Dicas

Este sera o ultimo post sobre Singapura, prometo. Os seguintes serão sobre o Vietname, a paragem seguinte desta viagem. No entanto não queria deixar de passar algumas dicas. Umas que li antes de ir e outras que me tinham dado TANTO jeito se soubesse!

  • Autocarro – esta e’ a melhor forma de se deslocar entre zonas da cidade porque abrange toda a cidade. No entanto tem de ter dinheiro certo ou pagar com Mastercard. Isto não está em lado nenhum escrito e os motoristas não falavam inglês pelo que tivemos de pesquisar para perceber porque raio não conseguiamos pagar com cartão. O meu Revolut e’ Visa e como tal não passava. Felizmente fiz recentemente um Monzo e e’ Mastercard, pelo que la me safei
  • Dinheiro – Dólares americanos nao sao aceites em lado nenhum. Tem de trocar ou levantar nos multibancos. Não me recordo de os multibancos terem taxas de levantamento mas convém confirmarem :). Na verdade como usamos o Revolut pagamos sempre que possível com cartão.
  • Regras e mais regras – Singapura e’ o país das regras. Desde as mais básicas como proibição de roubar e cuspir no chão até trazer ou usar pastilhas elásticas. Pesquisem bem antes de irem para não terem surpresas.
  • Seguranca – Singapura e’ SUPER segura. Alias, não tivemos problemas nenhuns de segurança mas aqui foi mesmo fantástico! Quando marcamos hotel não fizemos grande pesquisa e depois descobrimos que a zona não era grande coisa. Quando chegamos lá não percebemos o motivo da fama, super porreira a zona, embora um bocado fora de mão.
  • Nivel de vida – Singapura e’ cara, CARA mesmo! Pagamos quase 50 euros por dois ramens no primeiro almoço e ficamos doidos! No entanto como o nosso hotel ficava numa zona afastada aproveitamos e fizemos o máximo de refeições lá que eram substancialmente mais baratas!
  • Aeroporto – O aeroporto e’ super giro. E’ considerada uma das atrações de Singapura. Como o nosso voo era bastante cedo não passamos lá muito tempo mas o que vimos foi muito giro!
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Singapura à noite

Depois do primeiro post sobre Singapura durante o dia aqui fica a segunda parte. Singapura é uma cidade/país de edifícios. Mesmo os gardens by the bay foram criados pela mão humana e percebemos rapidamente que valia a pena explorar a cidade durante a noite. Normalmente nós não somos muito de explorar sítios de noite, a não ser que exista um motivo muito forte. Gostamos de ir para a caminha cedo, dormir bastantes horas.  Com a quantidade de viagens que fazemos ao longo do ano não dá para abusar muito pois sabemos que o corpo vai ceder mais tarde ou mais cedo. Mas em Singapura nós sabíamos que valia a pena.

A primeira dica é sem dúvida passear novamente pela baía. Todos os edifícios envolventes, a city, o marina bay, o museu de arte e ciência e a ponte de Helix são só exemplos de edifícios que ficam lindos de noite! Por uma questão de espaço não pudemos levar a nossa máquina e, como tal, as fotos de noite não ficaram nada de especial…

E depois porque existem dois espetáculos de luz e cor todos os dias, um na marina e outro no gardens by the bay. Ambos gratuitos e com várias sessões por noite.

O espetáculo da marina, o Spectra, acontece de segunda a quinta às 20h e as 21h, e à sexta e sábado às 20h, 21h e 22h. Cada espetáculo dura cerca de 15 minutos e o melhor sítio para ver é do lado do marina bay sands.

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O espetáculo dos jardins acontece nas famosas árvores diariamente as 19:45 e às 20:45. Na noite em que fomos o tema era sobre Retro Fever. Dos dois espetáculos este foi sem dúvida o meu preferido. Não sei se foi do cansaço, do jet lag ou um momento de pura felicidade mas chorei durante este espetáculo. Na verdade acho que foi por me aperceber que estava a iniciar uma das viagens da minha vida e da sorte que tenho em ter estas experiências. Seja qual for o motivo foi LINDO!!

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Podem ver um video que fizemos aqui.

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São Marino e Bolonha – impressões e custos

Em março aproveitamos um fim de semana para rumar a sul, a aproveitar o sol de inverno e conhecer mais um micro país, São Marino.

São Marino e’ a república mais antiga do mundo fundada por volta do ano 300 depois de Cristo. Situada a cerca de uma hora de Bolonha e rodeada pela Itália este país é conhecido pela fórmula 1 e por ser um paraíso de compras com tax free.

Como o país em si não tem muita coisa para visitar (embora tenha sido o nosso micro-país preferido se retirarmos o Vaticano da lista) e ficar na cidade de São Marino era bastante acima do que queriamos pagar aproveitamos para ficar em Rimini que usamos como base para o resto da viagem. Rimini e’ uma estância balnear frequentada principalmente por italianos. Como estávamos em época baixa (Marco), apanhamos uma mega promoção e pagamos apenas £32 por um hotel optimo, numa suite fantástico com dois quartos e varanda e um dos melhores pequenos almoços que experimentamos nos últimos tempos. Só temos pena de não ter lá ficado na primeira noite, tivemos de ficar num hotel perto do aeroporto porque chegamos demasiado tarde para conseguirmos alugar carro.

No domingo acordamos bem tarde e seguimos para Bolonha, que nao deixou saudades… Falarei mais desta cidade num próximo post.

Aqui vai o resumo dos custos:

Voo: £114/€133,23 para os dois pela Ryanair. Compramos uma mala de mao que dividimos (ja incluido neste custo)

Hotel primeira noite: £78.67/€91.94

Hotel segunda noite: £32/€37.40

Aluguer de carro: £23.35/€27.29

Custos la: £244.08/€285.25

Total: £492.1/€575.10

Total por pessoa: £246.05/€287.55

Total por pessoa por dia: £82.02/€95.85

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Londres – Tour “Mulheres incríveis e seus legados”

Quando moramos algum tempo num sítio temos tendência a descurar descobrir novos espaços, novos museus, novos restaurantes. E embora eu não moro Londres acabei por nos últimos anos evitar ir la. Porque gosto da minha paz do campo, porque é confuso, porque tenho tendência a explorar novos países. Mas este tour foi excepção.

Há vários anos que sigo a Heloísa Righetto. O seu trabalho na área do feminismo é notável e tenho aprendido imenso nesta jornada do feminismo com ela e com o conexão feminista. Já há dois anos que a Heloísa faz este tour em Londres. Mas por um motivo ou por outro ainda não tinha conseguido fazer este tour. Mas finalmente depois deste tempo todo finalmente consegui uma data que coubesse com a minha agenda.

Não vou ser spoiler porque acho que estragaria completamente a surpresa mas este tour acontece a sexta feira a noite e durante duas horas e meia (a três) preparem-se para percorrer praças e ruas mais ou menos conhecidas e conhecer mulheres mais ou menos conhecidas da história. Políticas, enfermeiras, amantes, entre outras, todas estas mulheres têm em comum terem marcado a história. 

Este tour não tem tem datas específicas e têm de estar de olho no Facebook da conexão feminista ou no Instagram da Heloísa para as novas datas.

Ah, antes que me esqueça, a Heloísa vai também fazer um tour sobre a Jane Austen em Julho, ainda não está esgotado por isso aproveitem!

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Links importantes:

Facebook da Conexão Feminista

Instagram da Heloísa Righetto

 

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Mónaco

Peço desculpa pela interrupção nos posts sobre a viagem a Cote d’Azur mas faltavam umas fotos. Este post e o próximo encerrarão a viagem.

Oobjetivo deste fim de semana prolongado era visitar o Mónaco, país 47 (mas quem é que está a contar? 🤣). Todos nós ja ouvimos falar do Mónaco por vários motivos. Seja pela família real, pela fórmula 1, o circo monte carlo ou pelas festas nos iates, o Monaco representa luxo, festas, riqueza. E como esperávamos o Mónaco é caro. Sabia disso há muito e quando tentei marcar hotel reforçou que esta ideia (uma das razões pelas quais ficamos em Nice).

Para chegar ao Monaco através de Nice tem duas opções: comboio (que demora cerca de 30 minutos) ou autocarro número 100 que parte do porto de Nice e demora cerca de uma hora e meia. Existem vantagens e desvantagens em utilizar cada um destes transportes. O comboio custa cerca de 4 euros, é mais rápido, passa a cada meia hora e tinha lugares vazios. O autocarro custou 1.5 euros, passa a cada 15 ou 20 minutos, tem uma vista panorâmica sobre a cote d’azur, MAS estava tão cheio que estivemos uma hora e meia em pé. Apesar de termos tido sorte porque conseguimos um espaço a janela (não se esqueçam de ficar do lado do mar) se não fosse assim não tinha válido de todo a pena. Uma hora e meia em pé depois de vários kms nas pernas para ver a vista não vale mesmo a pena…. E o autocarro acaba num sítio em Nice que ficava a mais de 20 minutos a pé do nosso hotel. Veredito? Comboio é melhor.

E então o que fazer no Monaco? Na verdade não contem com dias e dias de coisas para fazer. Mesmo entrando em museus e no casino (que não fizemos) um dia vai dar mais do que tempo para verem este país.

Comecem então pelo porto do Mónaco. Virados para o mar comecem a caminhar para vossa direita à volta da marina. Tirem várias fotos, vejam os iates. Quando chegarem mesmo ao final comecem a subir para o forte Antoine para verem as vistas. Parem várias vezes nas plataformas para tirarem fotos panorâmicas da zona da marina.

Quando chegarem ao topo continuem em frente, passem o museu oceanográfico (entrem se quiserem) e passem pela catedral de São Nicolau. Entrem no bairro a esquerda da catedral onde podem aproveitar para almoçar se for hora disso.

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Virem algures no bairro a esquerda para chegarem ao palácio real e ao jardim exótico. Do lado direito do palácio têm mais uma plataforma para torarem fotos à cidade. Entre este observatório e o palácio vão encontrar um arco, passem-no para iniciarem a vossa descida à zona da marina.

No final da descida irá encontrar uma praça. Aqui existe um mercado com imensas opções para almoçar, caso já não o tenha feito. Continue de volta a marina e dirija-se a zona de Monte Carlo. Comece a subir e veja a ópera, o famoso casino e o jardim japonês. Finalmente terminei na famosa curva. Este é um óptimo spot para admirar as dezenas de Ferraris, Lamborghinis, Porches e outros super carros que habitam esta cidade. Por fim terminem a visita no jardim japonês, um oásis no meio da selva de betão!

NOTA: verifiquem se no Mónaco está coberto pelo vosso plano de internet. Eu não estava e nao reparei e a brincadeira ficou-me por quase 50 euros em internet. Mas não choremos sobre leite derramado!

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Atlas e Ouzoud Falls

Quando visitamos Marraquexe eu não tinha grandes requisitos. Sabia que queria visitar a cidade e mais nada. Mas felizmente viajamos com amigos e eles falaram que seria interessante visitar o deserto do Atlas aos qual alinhamos, claro!

Marcamos a visita diretamente com o Riad e bem cedo tivemos de saltar da cama. Como bonus o passeio inclui a visita as cataratas de Ouzoud.

O deserto do Atlas não e’ um deserto como os que estamos habituados a ver na televisao. Nada de areia branquinha, oasis, etc. Na verdade o deserto do Atlas e’ assim:

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Para chegar as cataratas de Ouzoud preparem-se para caminha. Muito… No calor! 🙂

No entanto pelo caminho irão ter várias oportunidades para parar e apreciar a paisagem.

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Quando chegarem as cataratas podem optar por apanhar um barquinho (com aspeto NADA seguro!!) para se chegarem mais perto. Loucos como somos claro que fomos

No final da visita podem almoçar num restaurante local uma bela Tangini (fantastica!!!) e visitar os macaquinhos que habitam a região.

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Como organizar a mala – exemplo pratico

Já não e’ um assunto novo mas e’ algo que me pedem mais exemplos mia práticos. Quando descobrem que viajo quase exclusivamente com mala de mão no ano inteiro e que me arrependo a maior parte das vezes que levo para de porao cria-se uma espécie de burburinho.

Antes de tudo aqui vai um resumo.

Já falei sobre que mala escolher (2 ou 4 rodas, rigida ou mole), como levar liquidos (parte 1 e parte 2), a politica de malas das companhias aereas (que convem sempre pesquisar porque alteram mais vezes do que pensam…), como viajar com mala de mao em 4 dias, dicas para viajar mais leve, esta na altura de mostrar um caso real. Esta mala foi feita para ir para a Salzuburgo em 2018. Embora so tenhamos passado uma noite na Austria esta mala foi pensada em duas noites porque dormimos na noite anterior em casa dos primos do J. A previsao de temperatura era de frio, vento e chuva, uma das piores que podemos ter para fazer malas, porque implica levar varias camadas de roupa grossa.

  1. Escolher o que se vai vestir e fotografar – nao faz sentido levar meio guarda roupa. Decida ja a partida o que vai vestir. E fotografe para nao se esquecer! Nao precisa de ser uma foto mega profissional, so o suficiente para nao se esquecer da combinacao
  2. Escolha a roupa interior e coloque numa bolsa – cueca, meia, meia calca, camisola interior, sotien, coloque TUDO numa bolsa so para ser mais facil encontrar. Se couber coloque tambem o pijama! Nao tem bolsas organizadoras? Nao se preocupe, utilize outra bolsa qualquer que tenha fecho. Em baixo vai um exemplo bom. Esta bolsa nao e’ de nenhum conjunto mega especial, veio com um corta vento salvo o erro e uso muito para arrumar roupa interior20181205_183519.jpg
  3. Coloque protecoes no calcado. Costuma esfregar as solas dos sapatos nas camisolas? Pois, nao e’ agora que o tem de começar a fazer. Eu guardo as toucas descartáveis que dão nos hotéis para proteger as solas dos sapatos em viagem. Nao tem? Nao ha desculpa, por cerca de 3 euros pode comprar 100!
  4. Comece a arrumar a mala. Do lado esquerdo (ou direito, e’ igual!!) coloque toda a roupa dobrada com o método Marie Kondo. Coloque peca a peca de forma a conseguir espremer a roupa para conseguir colocar tudo. Neste caso estão dois pares de calças de ganga, tres camisas, duas camisolas de la bem grossas e um pijama (calcas e camisola). Se fosse uma viagem para um sítio mais quente caberiam ainda mais pecas!20181205_183512
  5. Do outro lado da mala (lado direito no meu caso) comece por colocar a bolsa da roupa interior e os sapatos. Neste caso levo umas botas de cano alto que ocupam muito espaço. Depois coloque os extra, no meu caso cachecol, luvas, cinto, power bank, baterias extra para maquina fotografica.20181205_183519
  6. Do lado da rede coloque os medicamentos, os liquidos, escova de dentes, lencos. escova do cabelo20181205_183536.jpg
  7. Neste caso a mala de mao nao vai comigo por isso separei os objetos de valor (passaporte, dinheiro, cartoes, cabos, carregador, maquina fotografica) para uma mochila de costas que vai comigo no avião.

E pronto, a sua mala esta pronta!

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Em media nao demoro mais do que 20 minutos para fazer uma mala. Esta super interiorizado, e’ quase mecanico!

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Eslovénia – custos e impressões

Então cá vamos, mais uma viagem, mais uma voltinha! Visitamos a Eslovenia num fim de semana em Novembro. Quando vi a previsão do tempo umas semanas antes e percebi que estava a nevar pensei que iria ser um fim de semana sofrido. Mas este Outono estranhamente quente que invadiu a Europa trouxe de volta as temperaturas amenas e brindou-nos com um fim de semana ameno, com temperaturas a rondar os 10/15 graus. Nada mau nada mau!

E impressões da Eslovénia? Meu Deus, que canto do mundo ainda tão desconhecido do circuito turístico! Embora já tenhamos estado bem perto (creio que já visitámos todos os países com a qual a Eslovénia faz fronteira) nunca calhou aqui virmos. E aos poucos que nos disseram que o plano que tínhamos para o fim de semana era impossível de cumprir? Pois cumpriu-se e sobrou tempo! Sabiamos à partida que a capital não guardava nenhum segredo por isso concentramo-nos nas atrações fora da capital: o lago Bled, as caves Postjona e o castelo Predjama. Para Ljubljana deixamos a tarde de domingo e, tal como suspeitamos não perdemos nada.

Por fim, a comida… Quando fomos à Croácia ha uns aninhos atrás, ficamos com a impressão que não havia muita comida típica. Essa ideia ficou ainda mais reforçada com a visita à Eslovénia. Mas se por outro lado gostam de comida italiana estão no paraíso!!

Por fim, vamos lá aos custos:

Voo – £121.36/138.91€ para os dois

Parque em Gatwick – £18/€20.6

Hoteis – £108/123.62€ para duas noites para os dois + £6/€6.87 de taxas locais

Aluguer de carro para dois dias – £15.46/17.7€ para os dois dias + £8.74/10€ taxa de andar na autoestrada

Entrada no castelo e grutas – £66.75/76.4€ para os dois (inclui parque nas grutas)

Comida – £121.44/139€

Outras atrações – £4.19/4.8€

Combustível – £19.22/22€

Extras (compras no aldi e uma garrafa de gin no aeroporto) – £41.06/€47

Custo total: £530.22/606.89€

Custo total por pessoa: £265.11/303.45€

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Premier Inn

Uma das coisas que mais me pedem e para a aconselhar cadeias de hotéis. No entanto isso para mim é quase impossível porque e raro eu ficar na mesma cadeia de hotéis. As exceções são provavelmente o Premier Inn e o Travelodge. Como recentemente fiquei no Premier Inn decidi começar por este. Este hotel, que tem como premissa “uma boa noite garantida” cai na categoria business up. Não é tão fraquinho como o Travelodge mas não é um Hilton ou o Holiday Inn. Não espere SPA, massagens ou piscinas num Travelodge. Aqui tem quartos e um restaurante/bar, onde são servidas refeições e bebidas durante o dia e onde é servido pequeno almoço. Mas em compensação tem-se conforto nos quartos, principalmente a cama deles que tem um colchão de sonho (que pode ser comprado aqui). Não há schampoo e amaciador de marca, mas sim com um gel que lava o corpo e o cabelo. Não há chinelos ou toucas, mas podem contar com um secador de tamanho real (odeio aqueles de parede) e espaço para arrumação.

O tamanho dos quartos é jeitoso (para padroes britanicos), e estão sempre em óptimo estado de conservação!

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O pequeno almoço é buffet e podem contar com pequeno almoço continental e ingles. Croissants, vários tipos de pães, sumos, fruta, café (do costa!) e chas convivem lado a lado com Yorkshire puddings, cogumelos salteados e bacon frito. O pequeno almoço custa cerca de £10. Mais informação pode ser encontrada aqui.

No que diz respeito a preços eles no site falam de terem quartos a partir de £19. Eu acho uma treta, pago sempre cerca de £100 mais £10 pelo pequeno almoço.

Em resumo, quando estou em viagens a trabalho é quase sempre a minha escolha. É confortável, bem localizado, tem tudo o que preciso para uma boa noite de sono.