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O que vestir no Sudeste Asiático

Este blog varia bastante a tematica entre viagens, emigracao, vida no Reino Unido e desabafos. Mas se ha coisa que duvido que alguma vez seja e’ um blog de moda. Eu nao ligo muito a moda, embora adore roupas, maquilhagem nao e’ comigo e, como tal, duvido que alguma vez va para esse lado.

No entanto estas viagens para sitios menos “normais” suscitam muita curiosidade e tive imensos amigos a perguntar o que planeava levar vestido, principalmente porque viajamos quase tres semanas com uma mala de mao.

O tempo estava quentinho. Quentinho e’ um eufemismo MUITO grande! Na verdade estava uma bela torra, com Bangkok a atingir uma sensacao termica de 50 graus… E se tempo quente pede roupa mais leve e pernocas ao leu existe uma cultura forte nestes paises em nao mostrar o corpo, pelo que manter o balanco era importante.

Em Singapura e no Vietname usei um misto entre calcoes e calcas de pano largas e t-shirts. Nao me apercebi de nenhuma restricao em termos de quanto corpo podia estar a mostra.

No Cambodja foi simples, calcas e t-shirt. Nos templos nao podemos mostrar os joelhos nem os ombros pelo que usei calcas de pano largas (compradas na Primark) e t-shirts ou tops que cobrissem os ombros. Nos pes levei sandalias, para poder refrescar um pouco. O J. levou sempre t-shirt e calcas de ¾.

Nas ilhas da Tailandia usei sempre calcoes e t-shirt, nao havia qualquer problema.

No entanto em Bangkok nao foi bem assim. Foi aqui que sofremos mais com o calor, mas em alguns temlos nao podiamos entrar de calcoes, por isso vesti calcoes de manha e quando necessitava de entrar em templos que exigiam joelhos tapados sacava das calcas que tinha na mochila e vestia-as 😊

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Sudoeste Asiatico – Singapura, Vietname, Cambodja e Tailandia – Custos

Bem sei que normalmente este post é o primeiro a aparecer. Mas desta vez deu-me uma preguiça imensa de fazer as contas e só agora me apeteceu.

Aqui vai um resumo de quanto gastamos:

Voo Londres – Singapura e Bangkok – Londres sem escalas e com a British Airways: £442/pessoa

Voos internos (Singapura – Hanói, Hanói – Siem Reap, Siem Reap – Phuket e Krabi – Bangkok): £248/pessoa

Hotéis (16 noites): £276.5/pessoa

Cruzeiro Halong Bay: £110/pessoa

Tours, entradas em museus e atrações: £170.3/pessoa

Transportes (autocarro, tuk tuk, taxi, etc): £78.22/pessoa

Comida: £181.3/pessoa

Extras: £145.4

Total: £1650/pessoa – £91/ pessoa/dia

 

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Internet em Singapura, Vietname, Cambodja e Tailandia

Para nós ter internet durante as viagens e’ importante. Nao se esquecam que não usamos por norma agências de viagens para nos ajudarem com o planeamento. Cada dia, cada voo, cada hotel, cada viagem e’ planeada por nós e necessitamos de ter internet para nos apoiar porque usamos imensas aplicacoes. Embora a nossa rede tenha um serviço fantástico que cobre imensos países gratuitamente na altura nenhum de nós tinha este serviço ativo e mesmo que tivessemos não cobriria o Cambodja e a Tailândia. Assim sendo tivemos de procurar uma alternativa. Depois de uma noite de pesquisa o J. encontrou a Cuniq, uma empresa de telecomunicacoes chinesa que apresentava o plano ideal para nos: 12 dias com 4Gb de internet. Este plano inclui os países que iamos visitar mas como ficamos mais do que 12 dias compramos dois. Compramos com cerca de um mes de antecedencia e chegaram super rápido! Podem encontrar mais informações aqui.

So uma dica, nao se esquecam que tem de ter um telemovel desbloqueado, sob pena de nao funcionar!

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Singapura – Dicas

Este sera o ultimo post sobre Singapura, prometo. Os seguintes serão sobre o Vietname, a paragem seguinte desta viagem. No entanto não queria deixar de passar algumas dicas. Umas que li antes de ir e outras que me tinham dado TANTO jeito se soubesse!

  • Autocarro – esta e’ a melhor forma de se deslocar entre zonas da cidade porque abrange toda a cidade. No entanto tem de ter dinheiro certo ou pagar com Mastercard. Isto não está em lado nenhum escrito e os motoristas não falavam inglês pelo que tivemos de pesquisar para perceber porque raio não conseguiamos pagar com cartão. O meu Revolut e’ Visa e como tal não passava. Felizmente fiz recentemente um Monzo e e’ Mastercard, pelo que la me safei
  • Dinheiro – Dólares americanos nao sao aceites em lado nenhum. Tem de trocar ou levantar nos multibancos. Não me recordo de os multibancos terem taxas de levantamento mas convém confirmarem :). Na verdade como usamos o Revolut pagamos sempre que possível com cartão.
  • Regras e mais regras – Singapura e’ o país das regras. Desde as mais básicas como proibição de roubar e cuspir no chão até trazer ou usar pastilhas elásticas. Pesquisem bem antes de irem para não terem surpresas.
  • Seguranca – Singapura e’ SUPER segura. Alias, não tivemos problemas nenhuns de segurança mas aqui foi mesmo fantástico! Quando marcamos hotel não fizemos grande pesquisa e depois descobrimos que a zona não era grande coisa. Quando chegamos lá não percebemos o motivo da fama, super porreira a zona, embora um bocado fora de mão.
  • Nivel de vida – Singapura e’ cara, CARA mesmo! Pagamos quase 50 euros por dois ramens no primeiro almoço e ficamos doidos! No entanto como o nosso hotel ficava numa zona afastada aproveitamos e fizemos o máximo de refeições lá que eram substancialmente mais baratas!
  • Aeroporto – O aeroporto e’ super giro. E’ considerada uma das atrações de Singapura. Como o nosso voo era bastante cedo não passamos lá muito tempo mas o que vimos foi muito giro!
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Singapura à noite

Depois do primeiro post sobre Singapura durante o dia aqui fica a segunda parte. Singapura é uma cidade/país de edifícios. Mesmo os gardens by the bay foram criados pela mão humana e percebemos rapidamente que valia a pena explorar a cidade durante a noite. Normalmente nós não somos muito de explorar sítios de noite, a não ser que exista um motivo muito forte. Gostamos de ir para a caminha cedo, dormir bastantes horas.  Com a quantidade de viagens que fazemos ao longo do ano não dá para abusar muito pois sabemos que o corpo vai ceder mais tarde ou mais cedo. Mas em Singapura nós sabíamos que valia a pena.

A primeira dica é sem dúvida passear novamente pela baía. Todos os edifícios envolventes, a city, o marina bay, o museu de arte e ciência e a ponte de Helix são só exemplos de edifícios que ficam lindos de noite! Por uma questão de espaço não pudemos levar a nossa máquina e, como tal, as fotos de noite não ficaram nada de especial…

E depois porque existem dois espetáculos de luz e cor todos os dias, um na marina e outro no gardens by the bay. Ambos gratuitos e com várias sessões por noite.

O espetáculo da marina, o Spectra, acontece de segunda a quinta às 20h e as 21h, e à sexta e sábado às 20h, 21h e 22h. Cada espetáculo dura cerca de 15 minutos e o melhor sítio para ver é do lado do marina bay sands.

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O espetáculo dos jardins acontece nas famosas árvores diariamente as 19:45 e às 20:45. Na noite em que fomos o tema era sobre Retro Fever. Dos dois espetáculos este foi sem dúvida o meu preferido. Não sei se foi do cansaço, do jet lag ou um momento de pura felicidade mas chorei durante este espetáculo. Na verdade acho que foi por me aperceber que estava a iniciar uma das viagens da minha vida e da sorte que tenho em ter estas experiências. Seja qual for o motivo foi LINDO!!

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Podem ver um video que fizemos aqui.

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Singapura de dia

Quando estava a pensar como iria estruturar este post foi muito fácil para mim pensar como iria dividir a temática. Singapura e’ uma cidade completamente diferente de dia e de noite, pelo que faz todo o sentido dividi-la assim. Não por zonas, como habitualmente faco mas por alturas do dia. Nesta cidade faz sentido que se levante um pouco mais tarde para poder ter energia ate ao final do dia. Foi em Singapura que batemos o recorde dos recordes com quase 27 quilómetros percorridos num só dia… E antes que perguntem sim, nos usamos transportes públicos!

A maioria das atrações em Singapura ficam situadas a beira da marina. O Singapore Flyer (apelidado carinhosamente de o London Eye la do sítio), o Marina Sand Bay, o museu de arte e ciência, o Merlion e os Gardens by the bay.

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E a melhor forma de explorar a zona e’, sem dúvida, a pe. Ate porque não há grandes transportes nesta zona.

Nos começamos pela zona norte. Apanhamos um autocarro do hotel até esta zona e caminhamos pela margem oposta onde podem encontrar as principais atrações. Atravessamos a ponte Helix (ótima para tirar umas fotos também), tiramos umas fotos ao museu de arte e ciência e entramos no centro comercial Marina Bay Sands para almoçar e descansar (foi o nosso primeiro dia depois de um voo de 13 horas, não queríamos exagerar).

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Depois de almoço visitamos o Gardens by the Bay, que foi o que mais gostei na cidade toda. Que paraíso na terra! Com 101 hectares e 2 milhões de plantas, prepare-se para ser deslumbrado. A entrada no jardim e’ gratuita, no entanto algumas das áreas são pagas. Das áreas pagas nos visitamos o dome das flores e das nuvens assim como o skyway. Todos eles valeram MUITO a pena!

Passamos a tarde toda no jardim (e ainda voltamos no dia seguinte para fazer o skyway, não tivemos tempo no sábado) e valeu super a pena!

No primeiro dia não fizemos muito mais porque fomos tomar um café com um ex-colega do J. que se mudou para Singapura. Foi super interessante, senti que conheci um pouco da cultura de Singapura mais a fundo!

Finalmente, e uma vez que o Merlion está a ser remodelado passamos num outro bem mais pequeno mas uma cópia exata, so para registar.

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No segundo dia era suposto irmos a Sentosa para o parque da Universal. Mas bateu a preguica, lemos reviews a dizer que havia filas de horas e desistimos. Assim sendo decidimos explorar um pouco mais um lado de Singapura menos conhecido, visitando bairros como Little India e Little China. Valem os dois super a pena se tiverem tempo!

 

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Singapura – impressões

Há poucos sítios no mundo no qual diria “não me importava de viver aqui”. O Dubai foi um deles, Singapura outro. No entanto não conseguiria viver no longo prazo, teria de ser um projeto a mais curto prazo, 2 a 5 anos no máximo (é demasiado longe de Portugal).

A cidade surpreendeu-nos muito! Apenas ficamos 2 dias, mas o motivo foi simples. Singapura, a par com Kuala Lumpur e Bangkok Sao hubs para o resto da Ásia. E como andamos numa altura da nossa vida que queremos explorar muito a Ásia sabemos que mais tarde ou mais cedo vamos lá voltar!

A cidade é super organizada, segura e…. Quente! Foi a primeira paragem desta viagem pelo sudoeste asiático e custou. No primeiro dia paramos várias vezes para descansar, recuperar o fôlego porque já não aguentavamos o calor…

Tenham em atenção onde ficam… Embora o país seja seguríssimo (não se esqueçam que existem aqui as regras mais esquisitas do mundo!) ficamos numa zona de reputação duvidavel e um bocado longe do centro… Não digo que fiquem no marina bay mas escolham algo mais central.

Por fim a arquitetura! Se têm um interesse por esta área este é o vosso destino. Barcos em cima de arranha céus? Check! Árvores de metal? Check! Jogos de luz e cor? Check!

Há muita gente que termina a viagem pela área que fizemos nesta zona. Dizem que é bom para fazer a transição entre a viagem e a realidade. Nós fizemos o oposto e  na verdade também funcionou. Aqui têm a arquitetura e ordem europeia com a comida e costumes asiáticos!

Vamos lá então começar a série de posts sobre Singapura!

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Sudoeste Asiático – vistos para Singapura, Vietname, Cambodja e Tailândia

Comecemos então pelos vistos. Singapura e Tailândia foram super simples. Cidadãos portugueses que fiquem menos de 30 dias não precisam de visto. É só chegar e entrar! Claro que terão de preencher um papel que vos e’ dado no aviao, apresentá-lo na fronteira mas depois é só mostrar o passaporte e levar um carimbo.

Quanto ao Vietname e o Cambodja já não é bem assim. Antes que avance na explicação tenham em atenção que isto apenas é válido para cidadãos portugueses que entrem pelo aeroporto de Hanói (Vietname) ou Siem Reap (Cambodja). E nunca se esqueçam de dar uma passada no site oficial dos países, pois procedimentos mudam com os tempos.

Vietname

O visto para este país divide-se em duas partes: uma pré aprovação/carta convite feita antes e o visto quando se chega. O pré-visto é feito online e pode ser feito por várias agências, sendo que nos fizemos por aqui. Dias depois recebemos a tal carta de convite. Não se assustem se virem outros nomes na carta, e’ assim mesmo, só tem de pesquisar pelo vosso.

Depois a chegada existe a segunda parte. Para esta parte tem de fazer download deste formulario e preenchê-lo. Levem $25 por pessoa em dinheiro que terão de pagar a chegada. Para alem deste formulario tem de apresentar a carta convite, uma foto extra e o vosso passaporte.

Mas há um passo importante que não encontramos em lado nenhum nas nossas pesquisas e que é importante mencionar. Quando aterrarem no aeroporto vão encontrar o serviço de fronteiras. No entanto antes de irem para esta fila têm de ir para uma outra para levantarem o visto propriamente dito. O balcão para fazer isto fica em frente a do serviço de fronteiras. Primeiro entregam o pré-visto e o formulário preenchido, uma foto (embora todos os sítios tenham dito uma foto nós só precisamos de duas), o passaporte e esperam (há uma zona de espera). A vossa foto e nome aparecerá num ecrã depois (esperamos uns 20 minutos porque quase não havia fila) e então recolhem os passaportes e fazem o pagamento dos $25 por pessoa (em dólares, não se esqueçam!). Então aí, com o vosso passaporte na mão é que vão para a fila de emigração. Nós perdemos bastante tempo porque não sabíamos deste passo importante!

Cambodja

O visto do Cambodja e’ super simples. Basicamente apenas tem de pedi-lo com antecedencia neste link, e quando o receberem tem de imprimir e trazer convosco. Nenhuma taxa tem de ser paga a chegada uma vez que já pagaram quando pediram o visto online. Quando chegarem ao aeroporto podem ir diretos para o serviços de fronteiras usando os balcões que dizem e-visa.

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Sudoeste Asiático – Introdução e Itinerario

Esta serie de posts vai ser longa, provavelmente vai durar mais de dois meses, só para avisar 🙂 . Eu pessoalmente prefiro posts curtos e varios do que um longo que nunca vou ler 🙂

Programar uma viagem para esta parte do mundo nao e’ facil, principalmente quando temos pouco tempo. Assim sendo aqui ficam alguns fatores que tivemos em conta quando decidimos o itinerário:

  • Singapura e’ um hub para a viajar na Ásia, sabemos que mais tarde ou mais cedo vamos la voltar pelo que escolhemos não passar muito tempo
  • O objetivo de ir ao Vietname era ir a Ha Long Bay, pelo que não passamos muito tempo em Hanoi
  • No Cambodja apenas queríamos visitar os Templos de Angkor
  • Na Tailândia não queríamos mudar todos os dias de hotel pelo que dividimos o tempo por dois sitios (no sul). Tambem sabiamos que nao queriamos ir a Phuket pelo que apesar de utilizarmos o aeroporto nem la paramos
  • Bangkok também é um hub para viajar na Ásia, motivo pelo qual escolhemos passar apenas dois dias lá

Assim sendo aqui vai o itinerário:

18/04 – embarcamos as 21:35 de Londres para Singapura chegando no dia seguinte ao final do dia (voo direto com a British Airways)

20 e 21/04 – Singapura

22/04 – voamos para Hanoi de manha

tarde de 22 e manhã de 25 de Abril – Hanoi

23 e 24/04 – Cruzeiro na baía de Ha long.

25/04 – voamos para Siem Reap (Cambodja) ao final do dia

26 e 27/04 – Visitar templos de Angkor

28/04 – voamos para de Siem Reap para Phuket  bem cedo. Ficamos duas noites nas ilhas Phi Phi e 3 noites em Ao Nang.

03/05 – voamos de Krabi para Bangkok ao final do dia

4 e 5/04 – Bangkok

06/05 – voamos para Londres às 11:30 hora local chegando às 18:20 do mesmo dia.

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