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Mykonos

Mykonos estava na lista dos sonhos, mas mais em baixo. A fama das festas na praia e do excesso de álcool que tem fez com que não me atraísse assim tanto. Mas Santorini fica logo ali e eu o voo de regresso ficava substancialmente mais barato de la pelo que decidimos dar um saltinho.

Tal como Santorini a estadia em Mykonos fica carota. Como não queríamos deixar la meio ordenado optamos por ficar mais fora da vila de Myknos e embora a caminhada fosse dura (uns 20 minutos sempre a subir) o que poupamos foi muito!

Decidimos então ficar no Margie Mykonos hotel e não nos arrependemos nem por um bocadinho. A vista da piscina sobre o porto era fantástica e tinha um pequeno almoço como poucos que já experimentamos.

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Quanto ao que fazer sou sincera, não saímos de Mykonos. Tinhamos planos de ir visitar a ilha toda, alugar uma moto como fizemos em Santorini mas os planos não saíram do papel. Assim de manha ficamos na piscina a aproveitar o optimo tempo, na hora do calor descíamos ate Mykonos onde ficávamos ate jantar.

A vila de Mykonos, tal como Oia tem muitos pontos fotogénicos, tais como as ruas estreitas com chao pintado, as casinhas com escadas estreitas, a baia, as esplanadas sobre o mar e os moinhos. Por isso andem muito, sem rumo, aproveitem todos os cantos para tirar fotos, parem em todas as esplanadas para aproveitar o bom tempo, como disse o J. não há mas fotos em Mykonos!

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Santorini

Como disse aqui esta viagem foi um sonho tornado realidade. E embora muita gente me tenha tentado desanimar lamento mas não conseguiram. Sim, e’ verdade que e’ muito cara, sim, e’ verdade que está sempre muito cheia, sim, e’ verdade que so uma pequena parte da ilha tem aquele ar fotogenico mas eu já sabia disso e como tal não me desiludiu. E embora não seja muito de repetir destinos este repetiria sem pensar!

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Primeiro que tudo, algumas dicas. Os hotéis são caros. Alias, são carissimos! Se querem ficar mesmo em Oia preparem-se para pagar na boa cerca de 150 a 200 euros por noite. Mas a estadia não tem de ser uma barreira entre vocês e Santorini. Existem algumas maneiras de contornar esta questão. Porque não ficar em Fira, que fica a cerca de 20 minutos de autocarro de Oia? Ou porque não ficar mesmo a entrada de Oia, mas não na rua principal? Foi pela segunda opção que decidimos ir, ficamos no hotel Anemolinos, mesmo a saída de Oia. Não contem com quartos super luxuosos mas contem com a simpatia das pessoas e uma piscina com vista para um dos melhores pôr do sol que já vi. Como bónus podem tomar pequeno almoço no restaurante do hotel e fazer as vossas refeições por la. Depois de termos quase deixado um rim num bar para tomar o pequeno almoço em Oia percebemos rapidamente que o nosso hotel tinha um ótimo compromisso entre preço e qualidade. E acima de tudo pensem que estão na Grécia, tal como em Portugal não se come mal por aqui!

No que diz respeito ao que fazer em Santorini não tem muita ciência sinceramente, mas aqui vai:

  • Oia – Caminhem muito pela vila. De dia e de noite, pela rua principal e pelas vielas, escada acima e escada abaixo, tudo com calma. Parem, apreciem a sorte que tem e estar num dos locais mais bonitos do planeta. Tirem fotos, muitas fotos!
  • Façam a caminhada de Fira a Oia (ou ao contrário, na verdade tanto faz!). São 11 km de subidas e descidas pelo que levem água (só há um café a meio mas pode não estar aberto), não há fontes, nada, pelo que não se esqueçam!
  • Visitem Fira! Claro que a capital da ilha não e’ tão charmosa mas também merece ser visitada
  • Comida – A comida e’ caríssima em Santorini mas no restaurante do nosso hotel era super acessível (30/40 euros por refeição para os dois). E não tenho de relembrar quão boa a comida grega e’!
  • Aluguem uma mota e percorram a ilha. Mesmo que não tenham nenhuma experiência de condução na verdade só precisam de uma dose de loucura! Se não se sentirem muito confortáveis aluguem um carro, mas percorram a ilha, vale muito a pena
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Grecia – Santorini e Mykonos – Custos

Sempre que me lembro de ser gente que queria ir a Santorini. Para mim seria o pinaculo das viagens, aquela que nunca conseguiria fazer. E’ caro voar para la, ficar em Oia (que se pronuncia Ia) e’ um balúrdio e sempre que pesquisei acabei por optar por outras opções mais baratas e Santorini ficou para segundo plano. Mas em Setembro de 2017 chegou a altura de concretizar o sonho. Mykonos acabou por se juntar ao plano apenas porque os voos de regresso de Santorini estavam proibitivos e regressar de Mykonos seria mais barato.

Aqui vai o resumo dos custos:

Parque Aeroporto – £68.97

Voos – £208.69

(Não encontro o custo do voo para Santorini mas creio que custou cerca de 100 libras por pessoa)

Transfer para Hotel – £8.74

Hotel em Santorini – £156.61 / pessoa

Ferry para Mykonos – £43.85 / pessoa

Hotel em Mykonos – £123.5 / pessoa (com escala em Roma)

Custos durante a viagem – £188.5 / pessoa

Total por pessoa: £763.63

Não e’ nada barato, não vou negar, mas foi um sonho tornado realidade pelo que valeu cada cêntimo!

No total ficamos 7 dias (embora o primeiro e o último não contam na verdade por isso 5 dias!)

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Malta – O que ver?

No seguimento do post sobre os custos aqui vao os highlights da visita a Malta.

Malta mistura influencias arabes, africanas e europeias. O terreno arido e os edificios de cor de areia dificilmente vos farao acreditar que ainda se encontram na europa.

Praia! Se vivem num pais onde as hipoteses de fazerem praia sao quase zero entao aproveitem! Nao esperem praias de areia, as praias em Malta sao (na maioria!) rochas com acesso direto ao mar ou praias de rocha. Mas a agua quentinha e’ optima e a ausencia de ondas ajuda a refrescar do calor abrasador! Recomendo visitas a Għadira Bay, Golden Bay, Pretty Bay (areia branca), Dwejra Bay, Armier Bay, Paradise Bay e Ir-Ramla ta’ Għajn Tuffieħa.

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Mdina – situada mesmo no meio da ilha foi cenario para uma das series mais conhecidas, Game of Thrones. A sua planta labirintica e igrejas magnificas fazem com que este ponto nao deva ficar de fora.

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Marsaxlokk – uma vila na parte oeste da ilha tem um porto onde podem encontrar os tipicos barcos com dois olhos, simbolo de Malta.

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Valletta – a capital de Malta merece sem duvida uma visita. A sua arquitetura unica e emaranhado de ruas e cabos de electricidade vao ficar na sua memoria.

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Vittoriosa, Senglea & Cospicua – do outro lado da baia, estas tres cidades que ficam coladas uma as outras sao sem duvida um marco a nao perder. Perca-se nas ruas, entre nas igrejas, pare nas esplanadas para comer e beber.

Malta e’ constituida por tres ilhas: Malta, Comino e Gozo. Embora tenhamos ficado a maioria da viagem em Malta, demos um salto a Comino onde vimos a Azure Window, pois tivemos a sorte de irmos a Malta antes de este simbolo desaparecer. Aqui vai a foto de recordacao.

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Popeye Village – Parque temático localizado na baia Anchor. Inicialmente foi construido para servir de cenario para o filme Popeye mas mais tarde foi transformado em parque de diversoes.

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Malta – Custos

A viagem a Malta não foi muito estudada. Na verdade tenho como princípio abusar dos meus amigos e família que moram fora de Portugal para aproveitar para os visitar e abusar da estadia gratuita e Malta foi um exemplo disso. E, para alem da estadia gratuita, ainda tivemos a sorte de ter alguém que conhece bem a realidade local e nos levou a sítios que não conheceríamos sozinhos.

Por isso aqui vão os custos da viagem:

Voo – 254.38 libras / 317.98 euros

Carro em Malta – 170.55 libras / 213.18 euros

Custos no local – 479.22 libras / 490.42 euros

(cambio da altura da viagem – Agosto 2014)

Total: 817.27 libras / 1021.58 euros

No total estivemos 9 dias em Malta por isso a viagem custou 45.40 libras/56.75 euros por pessoa e por dia

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Vista da varanda do L. e da D. que nos acolheram em Malta!
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Helsinquia – a melhor vista!

Normalmente todas as cidades tem uma igreja, uma catedral ou um monte do qual se pode ter uma vista panoramica da cidade. No entanto Helsinquia e’ completamente plana. Nao ha uma monanhasita, um monte sequer… E em nenhuma igreja que visitamos pudemos aceder a torre para ver a cidade de cima. Como nao encontramos nenuma dica nem sequer pensamos bem nisso. No entanto quando fomos fazer o “free tour” – escreverei mais sobre isto em breve o guia falou-nos no rooftop to hotel Solo Sokos Torni. E nao perdemos tempo, mal acabou a visita fomos aproveitar as ultimas horas do dia para ver a vista. E nao, nao encontramos esta dica em mais lado nenhum depois. Mal aparece no tripadvisor, nao aparece em mais nenhum dos outros blogs que sigo (mais um tema para escrever…) e como tal achei que mereceu mais destaque do que mencionar no meio de um post.

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Helsinquia

A viagem a Finlandia incluiu um passei de um dia a Tallin, sobre o qual escrevi aqui.

Embora normalmente comece por escrever sobre as viagens falando sobre os custos neste caso nao vai ser possivel porque foi prenda de aniversario, como tal nao tenho ideia de quanto custou o voo.  No entanto ficamos no Omena Hotel Helsinki Lönnrotinkatu (nada de especial mas que recomendava por ter um bom custo/beneficio) que custou £212/€252 (taxa de cambio da altura) por tres noites.

Sendo MUITO sincera sentimos que passamos tempo de mais na cidade. E’ pequena e nao tem assim tanto para ver. Provavelmente menos um dia nao teria feito nenhuma diferenca. Acabou por chover muito no ultimo dia pelo que nao aproveitamos nada neste dia e fomos para o aeroporto aproveitar o lounge.

Comece pelo Museu de Arte Contemporânea Kiasma. Se for amante das artes sem dúvida que deve começar por aqui. No entanto, se não for assim grande apreciador visite o edifício por fora porque a arquiteturas e’ fantástica. De seguida visite o Museu nacional da Finlândia. Não deixe de entrar neste, não se ira arrepender, não só pelo espolio exposto, mas também pela arquitetura das salas.

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Museu de Arte Contemporânea Kiasma
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Museu nacional da Finlândia

De seguida visite a Igreja da Rocha (Temppeliaukion Church). Tal como o nome indica a igreja foi construída (ou escavada?!) na rocha o que a torna muito especial por fora e por dentro. Existem vários concertos durante o ano, tente ver se consegue assistir a um porque a acústica e’ fantástica.

Se acha que a Igreja da Rocha era a única igreja especial de Helnsiquia não podia estar mais enganado. A Capela Kamppi, ou capela do silencio porque foi construida como espaco de introespeccao numa das pracas mais movimentadas da cidade. Este espaco tem como objectivo dar as boas vindas a todas as pessoas independentemente da sua religião ou convicções filosóficas.

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Se ha coisa que adoro sao mercados locais. Acho que e’ aqui que percebemos de facto os costumes locais, as comidas, as bebidas, as pessoas. E o mercardo Hakaniemi e o Old Market nao sao excepcao.

Dirija-se depois a catedral Uspenski. Esta catedral ortodoxa e’ a principal representacao da igreja Ortodoxa na Finlandia. Nao deixe de visitar o interior, ja se sabe que as igrejas ortodoxas nunca desapontam!

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No entanto nao se deixe enganar. A igreja mais conhecida de Helsinquia tem o nome da cidade e e’ evangelica. Segundo a Wikipedia “foi originalmente construída como tributo ao czar Nicolau I da Rússia, tendo sido conhecida como igreja de São Nicolau até à independência da Finlândia, em 1917”. Nao se esqueca tambem de visitar a praca em frente a igreja, a Praca do Senato.

A Kauppatori ou Market Square e’ uma praca mesmo junto ao mar que tem um mercado tipico com comidas e bebidas que vale mesmo a pena visitar!

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Por fim, visite o Ateneum, museu de arte antiga da Finlândia que mais uma vez nao deve perder, mesmo que nao tenha interesse em arte o edificio merece uma visita.

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Dublin – o que visitar

Tive de recorrer as notas que escrevi na altura e às fotografias mas aqui vai um pequeno resumo dos pontos principais a visitar em Dublin:

Começamos a visita com uma visita guiada gratuita (ou que vive a base de gorjetas). Aqui vai uma dica sobre a 1ual escreverei em breve! É algo que fazemos normalmente pois dá uma vista geral sobre a cidade que estamos a visitar.

– The Spire (Connel Street)  – um mastro de 120 metros de altura, que mais parece uma agulha gigante. O nome oficial e’ monumento da luz. E’ considerada a maior escultura do mundo! O monumento foi construido como parte da revitalizacao da rua Connel Street. No mesmo local estava antes o “pilar de nelson” que foi bombardeado em 1966.

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– O’Connell Bridge – Mesmo ao pe do The Spire esta ponte e’ a ponte mais conhecida de Dublin e sera sem duvida um ponto que irao ter de passar.

– Trinity College – A universidade tem com uma biblioteca fantastica. A antiga biblioteca esta aberta todos os dias mas os horarios modificam ao longo do ano pelo que devem ser verificados com antecedencia.

– Grafton Street – Zona fantastica para umas compras
– Parques – No final da Grafton Street podem encontrar o parque St Stephen’s. Uns quarteiros a frente podem encontrar a Merrion Square

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– Galeria Nacional – pode encontrar este edificio numa das ruas que circundam o parque Merrion. Aqui podem encontrar coleccoes de pinturas de artistas irlandeses, italianos, ingleses, holandeses e franceses.

– Museum Nacional – que é gratuito!
– Temple Bar – é uma zon situada na margem sul do rio que conservou a sua planta medieval, com muitas ruas estreitas e empedradas. É o ponto turistico mais conhecido de Dublin. Aproveitem para parar, aproveitar uma cerveja e descansar os pezinhos!

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– Guinness Storehouse – Aqui encontram o museu da cerveja Guiness. Mesmo que nao gostem de cerveja, tal como eu, nao deixem de visitar, o museu é fantastico e no topo vao encontrar um bar com vista 360 graus que tem a melhor vista da cidade.

– Henry Street – Aqui vao encontrar souvenirs bem mais baratos do que na Grafton Street.

– Christ Church e St Patrick Cathedral  – sao as mais antigas catedrais medievais de Dublin

– The Brazen Head – Este pub é o mais antigo do mundo e merece uma visita! Mais uma desculpa para descansar os pes!

– Castelo de Dublin – faz parte dos edificios do governo e foi sede fortificada do governo britânico na Irlanda até 1922.

– Zona do rio – fizemos um passeio ao longo do rio na parte mais moderna do rio. Sem duvida que merece uma visita, embora nao conste nos pontos indicados nos roteiros.

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Dublin – do aeroporto até ao centro da cidade

Viajamos para poucos sítios mais bem preparados do que o aeroporto de Dublin!

No aeroporto de Dublin existem nada menos do que 5 empresas que fazem a ligação de autocarro entre o aeroporto e o centro da cidade (Dublin Bus, Air Link express, Air Coach, Airport Hopper e City Scape). Não sei se existiam já na altura (pesquisei para escrever este post) mas nós usamos a Air Link Express. À saida do aeroporto existem várias placas de sinalização pelo que é difícil perder. Pára nas principais artérias da cidade (parava mesmo em frente da espelunca do nosso hotel) e foi este o principal motivo pelo qual o utilizamos. Tenho a sensação que pagamos cerca de 10 euros pelo bilhete com retorno mas actualmente custa 11euros. Mais informações no site. Tenham em atenção que yem dois itinerarios (747 e 757) pelo que deverão escolher antecipadamente qual o que mais se adequa para o que necessitam.

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Dublin – Custos

Já fomos a Dublin ha uns aninhos e regressamos uns anos depois para visitar um amigo muito próximo! E quem diz que não se deve regressar onde já fomos felizes não podia estar mais engabado. Dublin foi a primeira viagem que fizemos quando eu me mudei para o Reino Unido (o J. tinha vindo uns 6 meses antes) e o orçamento era outro. Não que agora se façam loucuras mas a vida mudou. Felizmente. Voltamos uns anos depois para visitar o padrinho que se tinha mudado para la mas foi uma visita atipica pelo que nao vou falar sobre esta.

Achava que não tinha guardado os custos dessa viagem mas não podia estar mais enganada!!

Custos (Outubro / 2013)

Voo de Heathrow com a Aer Lingus – £197.98 (para os dois)

Guiness museum – 29.7€ para os dois

Hotel – Abraham House ( péssimo!!!!!) – 60€ para os dois

Autocarro de/para o aeroporto – 10€ cada um

Tour – 10 € para os dois

Alimentação – 92.3€ para os dois

Outros custos -4€ em correio (nao me recordo mas está lá na folha de Excel)

Total por pessoa: 220.41 euros

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