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Dinheiro no Sudeste Asiático

Prometo que este vai ser o último post sobre o sudeste asiático! Bem sei que a saga foi demasiado longa mas a viagem foi longa e complexa pelo que queria deixar registado por aqui todos os pormenores, antes que a minha memória se encarregasse de apagar estas informações. No entanto prometo que não vai ser um post longo mas sim prático!

Antes de irmos trocamos alguma moeda nas casas de câmbio. Embora usemos o Revolut de forma ativa gostamos sempre de chegar com dinheiro vivo para o caso de termos algum problema. No total trocamos entre cerca de 30 a 35 libras por país (Vietname, Singapura e Tailândia) e trocamos bastantes dólares. Também levamos libras e euros, só para garantir!

Singapura – usamos o Revolut na maioria das transações sem problema. O dinheiro apenas foi necessário para pagar em restaurantes mais pequenos longe da zona turística. Tivemos de levantar dinheiro lá mas não cobraram taxas

Vietname – usamos o Revolut para pagamentos e cobravam em todo o lado uma taxa de 3%. No início achamos um roubo mas quando tentamos levantar dinheiro entre taxas fixas e variáveis pagamos quase 10% de taxas para levantar, pelo que começamos a pagar com cartão. O cruzeiro foi pago em dólares.

Cambodja – este foi o mais simples. Na verdade eu nunca vi dinheiro local, pagamos tudo com dólares. Mas quando dizemos tudo é mesmo TUDO!! Até os pagamentos em multibanco eram em dólares o que fez com que fosse mais simples. Não levantamos dinheiro mas pagamos 3% em taxas quando pagamos com cartão. No entanto como pagamos em dólares os preços estão super inflacionados para turistas…

Tailândia – apenas aceitam moeda local mas para levantarem dinheiro vão pagar uma taxa de quase 5 libras! O que fizemos foi trocar as libras que tínhamos levado nas casas de câmbio, encontravam-se taxas de conversão muito simpáticas. Quando acabaram as libras começamos a trocar euros porque são as moedas que conseguimos ter acesso sem pagar taxas.

 

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Comida no Sudeste Asiático

Pois bem, não vou mentir. A comida no Sudeste asiático não foi a minha parte preferida da viagem. Quem tem o prazer de privar comigo sabe bem que sou uma esquisitinha a comer. Não curto muito peixe, não tenho tolerância nenhuma a picante, carne de porco e vaca marcha mas tem de ter bom aspecto e odeio caril. Pois bem, na Ásia, em especial na Tailândia sofri um bocado. Vá, na verdade não sofri assim tanto porque descobri dois ou três pratos que gostava e só comia esses.

Mas comecemos pelo início. Em Singapura não tivemos problema nenhum mas na verdade só comemos comida internacional asiática praticamente. Para além de termos experimentado rãs (não leram mal!!) o resto foi bem internacional, ramen e umas cenas que nem me lembro do nome!

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No Vietname não tive tanta dificuldade. Na verdade a dificuldade aqui foi mesmo encontrar restaurantes porque a maioria das pessoas comiam em restaurantes improvisados no passeio, algo que o meu estômago e intestino sensível não iriam aguentar pelo que nem tentamos.

No Cambodja a comida era muito influenciada pela Tailândia pelo que comi invariavelmente frango com ananás ou frango com caju (que se tornou praticamente na única coisa que comi na semana seguinte). No entanto numa das noites experimentamos um grelhado que tinha, entre outras, carne de crocodilo!

Finalmente na Tailândia e tal como disse limitei-me a comer frango com ananás ou com caju. Como adoro nunca enjoei, mas pronto, para provar que há outros pratos aqui vão fotos de outras iguarias que o J. que tem um palato melhor do que o meu provou. A verdade é que a minha dieta restrita de opções me manteve mais afastada da sanita do que ele!!

Como sei que ha varias pessoas sensíveis como eu aqui vão algumas dicas:

  • Nunca bebam, ingiram ou lavem os dentes com agua da torneira. Creio que foi este o nosso erro na Tailândia
  • Não comam comida nao cozinhada. Fruta, vegetais, etc. O meu maior drama foi com um sumo de melancia, embora não me tenha afastado de os beber…
  • Prefiram agua ou sumos de lata, recusem gelo na bebida
  • Escolham restaurantes com muita gente para terem mais certezas que existe rotacao de comida grande
  • Nao comam em mercados de rua, prefiram restaurantes
  • Rezem antes de comer (estou a gozar, claro!)
  • Levem imodium

O J. passou um bocado mal, eu tambem mas ja tenho um intestino bastante sensível. Acima de tudo aproveitem, esquecam os stresses, se acontecer algum azar logo resolvem.

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Como viajar apenas com uma mala de mão durante 3 semanas – Sudeste Asiático

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Para além das questões de como se vestir corretamente a outra questão que nos colocaram mais foi como é que conseguiríamos viajar apenas com mala de mão. Quando fomos no ano passado para o Japão decidimos levar cada um uma mala de porão cada um mais uma mala de mão. Tendo em conta que mudamos de cidade várias vezes tornou-se um pesadelo tão grande que eu cheguei a sugerir ao J. mandarmos roupa fora para podermos viajar mais leves. E prometemos nunca mais cometer o mesmo erro. Quase um ano depois cumprimos a promessa e viajamos de mochila às costas (sim, com quase 33 anos ainda é possível!!) e sem bagagem de porão.

Primeira dica: viajar com mochila de costas. Torna-se mais fácil de se mexerem de um lado para o outro. De preferência comprem uma mochila confortável!

Segunda dica: tentem não encher ao máximo a mochila. Pensem nas vossas costas que vão ter de carregar este peso mas também no facto de não puderem comprar nada lá porque já não cabe

Terceira dica: não levem roupa para todos os dias. Nós em três semanas lavamos roupa duas vezes e eu nem sequer usei a roupa toda que levei!

Quarta e última dica: vocês não vão viajar para Marte. Se precisarem de alguma coisa comprem la. Nós precisamos de toalhas e chapéus. No final da viagem deixamos lá ficar estas coisas…

 

E então o que levamos na mala? Aqui vai a lista

– calçado: umas sapatilhas, uns chinelos, umas sandálias e uns aqua shoes (não sei como se diz em português mas são uns sapatos para usar em praias com rochas)

– roupa interior para 7 a 10 dias

– partes de baixo – dois pares de calças de pano, dois pares de calções

– partes de cima – 8 t-shirts/tops e um vestido (que nem usei!!)

– 1 pijama

– produtos de higiene

Verifiquem bem qual a política de malas de mão. No total viajamos em 5 companhias aéreas, cada uma com a sua política de malas. Em duas das viagens tivemos de despachar uma das nossas malas de mão porque o peso ultrapassava o limite. Se tivéssemos arriscado provavelmente teria passado mas não quisemos arriscar.

Leve uma mala mais pequena com os pertences de valor (passaportes, dinheiro, etc) para andarem sempre consigo. No nosso caso, ainda levamos um saco desdobrável onde colocavamos estas duas malas pequenitas na altura do voo para contar apenas como uma.

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O que vestir no Sudeste Asiático

Este blog varia bastante a tematica entre viagens, emigracao, vida no Reino Unido e desabafos. Mas se ha coisa que duvido que alguma vez seja e’ um blog de moda. Eu nao ligo muito a moda, embora adore roupas, maquilhagem nao e’ comigo e, como tal, duvido que alguma vez va para esse lado.

No entanto estas viagens para sitios menos “normais” suscitam muita curiosidade e tive imensos amigos a perguntar o que planeava levar vestido, principalmente porque viajamos quase tres semanas com uma mala de mao.

O tempo estava quentinho. Quentinho e’ um eufemismo MUITO grande! Na verdade estava uma bela torra, com Bangkok a atingir uma sensacao termica de 50 graus… E se tempo quente pede roupa mais leve e pernocas ao leu existe uma cultura forte nestes paises em nao mostrar o corpo, pelo que manter o balanco era importante.

Em Singapura e no Vietname usei um misto entre calcoes e calcas de pano largas e t-shirts. Nao me apercebi de nenhuma restricao em termos de quanto corpo podia estar a mostra.

No Cambodja foi simples, calcas e t-shirt. Nos templos nao podemos mostrar os joelhos nem os ombros pelo que usei calcas de pano largas (compradas na Primark) e t-shirts ou tops que cobrissem os ombros. Nos pes levei sandalias, para poder refrescar um pouco. O J. levou sempre t-shirt e calcas de ¾.

Nas ilhas da Tailandia usei sempre calcoes e t-shirt, nao havia qualquer problema.

No entanto em Bangkok nao foi bem assim. Foi aqui que sofremos mais com o calor, mas em alguns temlos nao podiamos entrar de calcoes, por isso vesti calcoes de manha e quando necessitava de entrar em templos que exigiam joelhos tapados sacava das calcas que tinha na mochila e vestia-as 😊

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Sudoeste Asiatico – Singapura, Vietname, Cambodja e Tailandia – Custos

Bem sei que normalmente este post é o primeiro a aparecer. Mas desta vez deu-me uma preguiça imensa de fazer as contas e só agora me apeteceu.

Aqui vai um resumo de quanto gastamos:

Voo Londres – Singapura e Bangkok – Londres sem escalas e com a British Airways: £442/pessoa

Voos internos (Singapura – Hanói, Hanói – Siem Reap, Siem Reap – Phuket e Krabi – Bangkok): £248/pessoa

Hotéis (16 noites): £276.5/pessoa

Cruzeiro Halong Bay: £110/pessoa

Tours, entradas em museus e atrações: £170.3/pessoa

Transportes (autocarro, tuk tuk, taxi, etc): £78.22/pessoa

Comida: £181.3/pessoa

Extras: £145.4

Total: £1650/pessoa – £91/ pessoa/dia

 

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Internet em Singapura, Vietname, Cambodja e Tailandia

Para nós ter internet durante as viagens e’ importante. Nao se esquecam que não usamos por norma agências de viagens para nos ajudarem com o planeamento. Cada dia, cada voo, cada hotel, cada viagem e’ planeada por nós e necessitamos de ter internet para nos apoiar porque usamos imensas aplicacoes. Embora a nossa rede tenha um serviço fantástico que cobre imensos países gratuitamente na altura nenhum de nós tinha este serviço ativo e mesmo que tivessemos não cobriria o Cambodja e a Tailândia. Assim sendo tivemos de procurar uma alternativa. Depois de uma noite de pesquisa o J. encontrou a Cuniq, uma empresa de telecomunicacoes chinesa que apresentava o plano ideal para nos: 12 dias com 4Gb de internet. Este plano inclui os países que iamos visitar mas como ficamos mais do que 12 dias compramos dois. Compramos com cerca de um mes de antecedencia e chegaram super rápido! Podem encontrar mais informações aqui.

So uma dica, nao se esquecam que tem de ter um telemovel desbloqueado, sob pena de nao funcionar!

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Onde ficar em Siem Reap – Le Chantou Boutique

Se há cidade que tem expandido na última década por causa do turismo é sem dúvida Siem Reap. Se quem visitava os templos de Angkor Wat no passado tinha de se sujeitar a ficar em hotéis e pousadas de categoria duvidosa hoje em dia não é esse o caso certamente.

A escolha é variada e depende apenas da paciência que têm para procurar e o que pretendem gastar. Nós optamos por ficar no Le Chantou Boutique, e não ficamos nada desiludidos.

Este boutique hotel fica localizado nas imediações de Siem Reap e conta com 3 tipos de quartos: básico, superior e suite. Nós ficamos num básico que era enorme! A casa de banho incluía apenas um chuveiro mas dava super para o gasto. Arrependemo-nos de não ter pedido um upgrade não porque estávamos mal mas por ser tão barato. Algo que não dispensamos ter foi uma piscina, pois sabíamos que a temperatura ia estar muito alta e que aquele banho no fim da visita nos ia saber super bem.

O quarto que reservamos incluía pequeno almoço mas apenas usufruindo propriamente dele no primeiro dia porque nos seguintes tivemos de acordar muito cedo. Embora possam pedir ao hotel para vos fazer um pequeno almoço para levar este era mauzinho…

O hotel também tinha um pequeno restaurante com cerca de 10 opções de comida a um preço super razoável. Durante a nossa estadia optamos por comer por lá duas refeições, a piscina estava demasiado deliciosa para pensarmos em ir a cidade comer.

Por fim, o hotel não fica no meio da cidade de todo. No entanto eles oferecem um tuk tuk para vos ir levar. Na recepção disseram que para o regresso teríamos de apanhar um tuk tuk que deveria ficar por cerca de 2 a 3 dólares mas usamos o Grab e pagamos 1 dólar (mais uma vez mostra o quão adoramos esta aplicação!).

E o preço? Fantástico! Reservamos com alguns meses de antecedência e só pagamos $80 por três noites!

Aqui fica o link para o hotel: lechanthou.com

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Angkor

Vou tentar não ser muito exaustiva neste ponto. Decidimos passar dois dias a visitar os templos. Provavelmente um dia teria chegado mas chegava a hora de almoço e estava tanto calor que preferiamos voltar para o hotel e usufruir da piscina.

Nos decidimos ir pela via facil e marcar o tuk tuk com o hotel. Pagamos 23 dolares no primeiro dia e 18 no segundo. Sabiamos que era demasiado para o que pretendiamos mas tivemos preguica…

No primeiro dia fizemos um tour pelos templos que ficam mais longe:  Banteay Srei, Preah Khan, Eastern Mebon, Prasat Leak Neang. Como estes templos não são tão conhecidos acabamos por estar mais vazios e podem ser aproveitados bem melhor!

No segundo dia tivemos de nos levantar bem cedo para ir a Angkor Wat ver o nascer do sol. Eu achava que ia ser uma banhada. As pessoas metem na cabeça que o nascer ou o pôr do sol num determinado sítio e’ uma coisa do outro mundo, no entanto esquecem-se que e’ so’ “o nascer do sol” ou o “pôr do sol”. Não vai haver um espectáculo de luzes e som, e’ so o sol a nascer tal como acontece todos os dias. Mas se era assim tão espectacular como diziam nao queríamos perder. Veredito? Deixem-se la ficar na camita, na verdade as melhores fotos que tiramos foi já perto das 8!

Neste dia visitamos claro Angkor Wat, Angkor Thom, Thommanon, Ta Keo

 

 

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Angkor – da teoria a pratica!

Já há alguns anos que tinha ouvido falar nos templos de Angkor. No entanto o interesse só ficou maior quando comecei a explorar mais a fundo esta zona da Asia.

Angkor estima-se ter sido a maior cidade do mundo no seu auge. Não me vou alongar sobre a história, podem ler mais sobre estes templos aqui. As ruínas de Angkor estão localizadas no meio de florestas e lagos e são consideradas patrimonio mundial da Unesco. No total já foram encontradas mais de mil ruinas de templos de diferentes dimensoes. E’ tambem aqui que se encontra o templo Angkor Wat, considerado o maior monumento religioso do mundo!

Conselhos práticos:

  • Roupa: Quase de certeza que vai estar calor. No entanto e’ MUITO importante levarem ombros e joelhos protegidos. Podem ver em baixo um exemplo da roupa que eu e o J. levamos. Se não cumprirem isto nao vao poder entrar e vão ter de pagar uma exorbitância por uma echarpe
  • Chapeu: Se sofrem com o calor na cabeça não se esqueçam de levar um chapéu. Eu comprei la mas sei que podia ter poupado bastante se tivesse levado
  • Podem reservar um tuk tuk com o vosso hotel ou então reservar no Grab. Esta aplicação deixa reservar um Tuk Tuk por um periodo de horas.
  • Os bilhetes têm de ser comprados antes de entrar no parque. Certamente o vosso guia irá la parar no primeiro dia. Um passe para um dia custa $ 37; para 3 dias $ 62 e para 7 dias $ 72. Nos compramos para 3 dias (mas so usamos 2) que e’ o mais comum
  • Agua: levem convosco algumas garrafas. Provavelmente o vosso guia irá dar-vos aguas frescas durante o dia mas nunca fiando… Nao comprem nada a beira da estrada que nao esteja selado
  • Comida: levem convosco alguns snacks. Claro que vao ter de parar para almocar mas o sitio onde vão parar vai ser precário pelo que so comam coisas cozinhadas.
  • Crianças: vão aparecer crianças a vender-vos coisas. Nao lhes comprem nada, apenas aos adultos. Vai custar mas os pais em vez de mandar os miúdos para escola acabam por os mandar para ali para ganharem algum dinheiro. Nunca toquem na cabeça das crianças, e’ considerado super desrespeitoso.
  • Monges: nao tirem fotos sem pedir autorização e nunca toquem num monge.

 

 

 

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Siem Reap e Cambodja – impressões

A visita a este país trouxe reações contraditórias. A pobreza do país é visível e estar a descansar na piscina do hotel foi um murro no estômago porque nesse dia tinha visto crianças a tomar banho num rio muito poluído. No entanto defendo que o melhor que podemos fazer pelo crescimento económico de um país é visitá-lo. Não dou muito dinheiro lata caridades, não sou grande adepta porque não consigo ver o que é que a minha contribuição vai fazer pelo país mas o turismo não, é direta a criação de emprego, a diferença que vou fazer.

Primeiro que tudo a simpatia e humildade. A curiosidade em descobrir quem éramos, de onde vinhamos e para onde íamos. A alegria e o cuidado em decorar o nosso nome, em nos fazer sentir acarinhados e bem vindos ao país deles.

Mas por outro lado a pobreza. As crianças a vender nos templos (nunca comprem, só estão a fazer com que não vão à escola!), o facto de sermos constantemente abordados (a partir de um momento eu já nem respondia ou só dizia não). O facto de todas as compras serem negociadas (que nem sempre o fazíamos, as vezes perdíamos a paciência…). E o lixo por todo o lado, os cheiros muito duvidosos…

Por último os preços. Embora este tenha sido o sítio mais pobre que visitamos (muito mais que cuba por exemplo), foi sem dúvida o que achei que estávamos a ser abusados. Os bilhetes para os templos são caríssimos, as refeições custavam o dobro ou o triplo do que gastamos no Vietname, os tuk tuk estavam claramente a aproveitar-se. Para terem ideia o nosso hotel não fica no centro de Siem reap mas oferecia tuk tuk para irmos para o centro da cidade, e só tínhamos de pagar o de regresso. Disseram-nos que iríamos pagar cerca de 2 a 3 dólares se negociassemos. Experimentamos utilizar o Grab e só pagamos no máximo $1.5…

Por fim a moeda. Mal tocamos em moeda local. Tudo é transacionado em dólares a não ser que seja menos de um dólar, onde vos é dado o troco em moeda local. Isto é ótimo porque assim não tem de lidar com mais nenhuma moeda mas por outro lado significa que todos os preços estão inflacionados…

Em resumo, voltava? Sem dúvida!!!!

E que comecem os posts sobre o Cambodja!