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Singapura de dia

Quando estava a pensar como iria estruturar este post foi muito fácil para mim pensar como iria dividir a temática. Singapura e’ uma cidade completamente diferente de dia e de noite, pelo que faz todo o sentido dividi-la assim. Não por zonas, como habitualmente faco mas por alturas do dia. Nesta cidade faz sentido que se levante um pouco mais tarde para poder ter energia ate ao final do dia. Foi em Singapura que batemos o recorde dos recordes com quase 27 quilómetros percorridos num só dia… E antes que perguntem sim, nos usamos transportes públicos!

A maioria das atrações em Singapura ficam situadas a beira da marina. O Singapore Flyer (apelidado carinhosamente de o London Eye la do sítio), o Marina Sand Bay, o museu de arte e ciência, o Merlion e os Gardens by the bay.

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E a melhor forma de explorar a zona e’, sem dúvida, a pe. Ate porque não há grandes transportes nesta zona.

Nos começamos pela zona norte. Apanhamos um autocarro do hotel até esta zona e caminhamos pela margem oposta onde podem encontrar as principais atrações. Atravessamos a ponte Helix (ótima para tirar umas fotos também), tiramos umas fotos ao museu de arte e ciência e entramos no centro comercial Marina Bay Sands para almoçar e descansar (foi o nosso primeiro dia depois de um voo de 13 horas, não queríamos exagerar).

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Depois de almoço visitamos o Gardens by the Bay, que foi o que mais gostei na cidade toda. Que paraíso na terra! Com 101 hectares e 2 milhões de plantas, prepare-se para ser deslumbrado. A entrada no jardim e’ gratuita, no entanto algumas das áreas são pagas. Das áreas pagas nos visitamos o dome das flores e das nuvens assim como o skyway. Todos eles valeram MUITO a pena!

Passamos a tarde toda no jardim (e ainda voltamos no dia seguinte para fazer o skyway, não tivemos tempo no sábado) e valeu super a pena!

No primeiro dia não fizemos muito mais porque fomos tomar um café com um ex-colega do J. que se mudou para Singapura. Foi super interessante, senti que conheci um pouco da cultura de Singapura mais a fundo!

Finalmente, e uma vez que o Merlion está a ser remodelado passamos num outro bem mais pequeno mas uma cópia exata, so para registar.

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No segundo dia era suposto irmos a Sentosa para o parque da Universal. Mas bateu a preguica, lemos reviews a dizer que havia filas de horas e desistimos. Assim sendo decidimos explorar um pouco mais um lado de Singapura menos conhecido, visitando bairros como Little India e Little China. Valem os dois super a pena se tiverem tempo!

 

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Viagens

Sudoeste Asiático – vistos para Singapura, Vietname, Cambodja e Tailândia

Comecemos então pelos vistos. Singapura e Tailândia foram super simples. Cidadãos portugueses que fiquem menos de 30 dias não precisam de visto. É só chegar e entrar! Claro que terão de preencher um papel que vos e’ dado no aviao, apresentá-lo na fronteira mas depois é só mostrar o passaporte e levar um carimbo.

Quanto ao Vietname e o Cambodja já não é bem assim. Antes que avance na explicação tenham em atenção que isto apenas é válido para cidadãos portugueses que entrem pelo aeroporto de Hanói (Vietname) ou Siem Reap (Cambodja). E nunca se esqueçam de dar uma passada no site oficial dos países, pois procedimentos mudam com os tempos.

Vietname

O visto para este país divide-se em duas partes: uma pré aprovação/carta convite feita antes e o visto quando se chega. O pré-visto é feito online e pode ser feito por várias agências, sendo que nos fizemos por aqui. Dias depois recebemos a tal carta de convite. Não se assustem se virem outros nomes na carta, e’ assim mesmo, só tem de pesquisar pelo vosso.

Depois a chegada existe a segunda parte. Para esta parte tem de fazer download deste formulario e preenchê-lo. Levem $25 por pessoa em dinheiro que terão de pagar a chegada. Para alem deste formulario tem de apresentar a carta convite, uma foto extra e o vosso passaporte.

Mas há um passo importante que não encontramos em lado nenhum nas nossas pesquisas e que é importante mencionar. Quando aterrarem no aeroporto vão encontrar o serviço de fronteiras. No entanto antes de irem para esta fila têm de ir para uma outra para levantarem o visto propriamente dito. O balcão para fazer isto fica em frente a do serviço de fronteiras. Primeiro entregam o pré-visto e o formulário preenchido, uma foto (embora todos os sítios tenham dito uma foto nós só precisamos de duas), o passaporte e esperam (há uma zona de espera). A vossa foto e nome aparecerá num ecrã depois (esperamos uns 20 minutos porque quase não havia fila) e então recolhem os passaportes e fazem o pagamento dos $25 por pessoa (em dólares, não se esqueçam!). Então aí, com o vosso passaporte na mão é que vão para a fila de emigração. Nós perdemos bastante tempo porque não sabíamos deste passo importante!

Cambodja

O visto do Cambodja e’ super simples. Basicamente apenas tem de pedi-lo com antecedencia neste link, e quando o receberem tem de imprimir e trazer convosco. Nenhuma taxa tem de ser paga a chegada uma vez que já pagaram quando pediram o visto online. Quando chegarem ao aeroporto podem ir diretos para o serviços de fronteiras usando os balcões que dizem e-visa.

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Sudoeste Asiático – Introdução e Itinerario

Esta serie de posts vai ser longa, provavelmente vai durar mais de dois meses, só para avisar 🙂 . Eu pessoalmente prefiro posts curtos e varios do que um longo que nunca vou ler 🙂

Programar uma viagem para esta parte do mundo nao e’ facil, principalmente quando temos pouco tempo. Assim sendo aqui ficam alguns fatores que tivemos em conta quando decidimos o itinerário:

  • Singapura e’ um hub para a viajar na Ásia, sabemos que mais tarde ou mais cedo vamos la voltar pelo que escolhemos não passar muito tempo
  • O objetivo de ir ao Vietname era ir a Ha Long Bay, pelo que não passamos muito tempo em Hanoi
  • No Cambodja apenas queríamos visitar os Templos de Angkor
  • Na Tailândia não queríamos mudar todos os dias de hotel pelo que dividimos o tempo por dois sitios (no sul). Tambem sabiamos que nao queriamos ir a Phuket pelo que apesar de utilizarmos o aeroporto nem la paramos
  • Bangkok também é um hub para viajar na Ásia, motivo pelo qual escolhemos passar apenas dois dias lá

Assim sendo aqui vai o itinerário:

18/04 – embarcamos as 21:35 de Londres para Singapura chegando no dia seguinte ao final do dia (voo direto com a British Airways)

20 e 21/04 – Singapura

22/04 – voamos para Hanoi de manha

tarde de 22 e manhã de 25 de Abril – Hanoi

23 e 24/04 – Cruzeiro na baía de Ha long.

25/04 – voamos para Siem Reap (Cambodja) ao final do dia

26 e 27/04 – Visitar templos de Angkor

28/04 – voamos para de Siem Reap para Phuket  bem cedo. Ficamos duas noites nas ilhas Phi Phi e 3 noites em Ao Nang.

03/05 – voamos de Krabi para Bangkok ao final do dia

4 e 5/04 – Bangkok

06/05 – voamos para Londres às 11:30 hora local chegando às 18:20 do mesmo dia.

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Passaporte

Ao longo dos últimos tempos descobri que o passaporte (português) tem uma série de particularidades.

Embora o passaporte (português!) tenha 5 anos de validade na verdade a maioria dos países (fora da união europeia ou do acordo de Schengen) não aceitam que se viaje para estes países com menos de 6 meses de validade a contar da data de saída do país.

Algumas companhias aéreas não deixam marcar voos se o voo acontecer nos últimos 6 meses de validade do passaporte. Esta frase parece semelhante ao que disse antes mas a grande diferença tem a ver com o facto de não poderem marcar voos até que renovem o passaporte. Por exemplo, o meu passaporte expirava em outubro de 2019. Em novembro de 2018 tentei marcar um voo para maio de 2019 e não consegui porque não tinha os tais 6 meses. Há empresas que deixam mudar os detalhes do passaporte posteriormente mas como estava a marcar um voo low cost na Ásia isso não ia poder acontecer e assim tive de renovar o passaporte em novembro, perdendo praticamente um ano antes da data de validade. Para além disso o número do passaporte mudou (alguem sabe se muda sempre? Este e’ so’ o meu segundo passaporte).

O passaporte português não pertence ao cidadão mas sim ao estado. Embora em alguns países, como o reino unido, seja possível ficar com o passaporte, isso não acontece com o passaporte português que tem de ser devolvido quando se renova.

Existe o mito que não se pode renovar o passaporte mais cedo. Não sei qual é o fundamento mas quando renovei o meu quase um ano antes do prazo terminar não colocaram nenhuma objeção quando expliquei.

O passaporte português é considerado dos mais valiosos do mundo. Este ranking lista o número de países que os portugueses podem entrar sem visto. Atualmente são 122. Podem encontrar mais informações aqui.

Sei que existe um problema enorme em conseguir marcação para renovar o passaporte e o cartão do cidadão. Até ao final do ano passado em Coimbra não tive problema nenhum. Eu faço no registo civil da avenida sá da bandeira e nunca esperei mais de 10 minutos. A única razão pela qual faço lá é porque o meu pai trabalha lá perto e assim pode ir lá buscá-lo, no entanto sei que na loja do cidadão demora mais um bocado…

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Bolonha

Guardamos Bolonha para domingo. Na verdade o plano era levantar cedo e visitar Bolonha de manhã e algo mais a tarde mas o cansaço venceu e levantamo-nos mais tarde…

Percebemos pelas pesquisas que Bolonha não era assim tão bonita, nem tinha muito para ver. No entanto nao queríamos deixar de visitar.

Comecamos pela Plazza Maggiori. E’ aqui que se concentra a maior parte das atrações, pelo que recomendo que fique bastante tempo a apreciar os edificios, estátuas e pessoas.

E’ nesta praça que vai encontrar a Basílica de São Petrônio, o Palazzo d’Accursio e a Fonte de Neptuno.

 

(ADICIONAR FOTO DA FONTE)

Por fim visite a prova que os italianos são grandes arquitetos mas nao sao grandes engenheiros! Até visitar Bolonha pensava que Pisa tinha a unica torre inclinada mas estava enganada. A torre degli asinelli, embora não tenha o mesmo esplendor da torre de Pisa dá-nos a mesma sensação de que vai cair a qualquer momento.

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Acabamos o dia a almoçar na Osteria dell’Orsa. Esta dica foi de uma blogger que sigo ha muitos anos que por sua vez recebeu de uma guia local. A primeira coisa que me vem a memória quando falam em Bolonha e’ sem dúvida esparguete a bolonhesa. Eu amo massas e esparguete a bolonhesa ainda mais! Como tal, mal soubemos deste espaco ficou logo decidido que era ali que iamos almocar. Fica um bocado longe da zona turística (OPTIMO!) e preparem-se para esperar pelo menos uma hora se forem ao fim de semana a hora de almoco. Mas valeu MUITO a pena! Eu comi um esparguete a bolonhesa (que se  chama Tagliatelle al ragu por aqui) e o J uma lasanha. Para sobremesa eu dispensei mas o J. babou-se por um salame (sobremesa preferida dele). Se não se importarem de esperar e’ sem duvida um sítio que recomendo!

 

 

 

 

 

 

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Sao Marino

São Marino e’ sem duvida um dos micro paises que mais gostamos de visitar. Nao sei se era porque estava sol (que ja nao viamos ha umas semanas), se o tempo quentinho (para quem mora no Reino Unido) ou a proximidade e influência de Itália (meu pais preferido para visitar!).

Mas na verdade São Marino não tem assim tanto que visitar. Eu sinto-me sempre meia tonta por dizer o mesmo mas a verdade e’ que o melhor de São Marino e’ andar sem destino… A cidade e’ pequena por isso não se vai perder. E vai sempre dar com as três torres, as pracas. O que fizemos foi começar num ponto que tínhamos assinalado e ir por onde nos parecia ser interessante. No final voltamos a ver o mapa e tinhamos ido a todos os pontos que queriamos visitar. Ha muita gente que fica uma noite em São Marino, ao qual me questiono “para que??”.

Comece então por uma das pontas, por exemplo, pela terceira torre

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Comece a seguir a muralha e chegará a segunda torre

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Continue a seguir a muralha e chegará a……… isso mesmo, primeira torre, também chamada de Guaita!

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Na imagem acima consegue ver a bandeira de São Marino. Consegue ver o que está dentro da “coroa”. Consegue identificar? Isso mesmo, as tres torres que acabou de ver. Sabe o que isso significa? Que os principais símbolos de São Marino estao vistos! Mas nao se preocupe, ainda ha mais para ver.

Depois de passar a primeira torre continue em direcao a Basilica di San Marino.

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Por fim termine o seu passeio pela Piazza della Libertà com o seu Palazzo Pubblico.

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Os pontos principais de São Marino estão cobertos, no entanto esta não foi a minha parte preferida de São Marino. O que mais gostei foram sem dúvidas as ruas que parecem saídas de um conto de fadas.

E as ruas junta-se a vista! Sao Marino fica no topo de uma colina, que se abre sobre uma paisagem por quilometros sem fim.

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Fantastico, nao e’?

E sim, embora seja um micro país consegui um enfeite super querido para a árvore de Natal.

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Para quem gosta de compras sem duvida que este pais merece ser explorado. Nos nao tinhamos espaço nas malas felizmente, caso tivéssemos previa uma pequena desgraça.

 

 

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São Marino e Bolonha – impressões e custos

Em março aproveitamos um fim de semana para rumar a sul, a aproveitar o sol de inverno e conhecer mais um micro país, São Marino.

São Marino e’ a república mais antiga do mundo fundada por volta do ano 300 depois de Cristo. Situada a cerca de uma hora de Bolonha e rodeada pela Itália este país é conhecido pela fórmula 1 e por ser um paraíso de compras com tax free.

Como o país em si não tem muita coisa para visitar (embora tenha sido o nosso micro-país preferido se retirarmos o Vaticano da lista) e ficar na cidade de São Marino era bastante acima do que queriamos pagar aproveitamos para ficar em Rimini que usamos como base para o resto da viagem. Rimini e’ uma estância balnear frequentada principalmente por italianos. Como estávamos em época baixa (Marco), apanhamos uma mega promoção e pagamos apenas £32 por um hotel optimo, numa suite fantástico com dois quartos e varanda e um dos melhores pequenos almoços que experimentamos nos últimos tempos. Só temos pena de não ter lá ficado na primeira noite, tivemos de ficar num hotel perto do aeroporto porque chegamos demasiado tarde para conseguirmos alugar carro.

No domingo acordamos bem tarde e seguimos para Bolonha, que nao deixou saudades… Falarei mais desta cidade num próximo post.

Aqui vai o resumo dos custos:

Voo: £114/€133,23 para os dois pela Ryanair. Compramos uma mala de mao que dividimos (ja incluido neste custo)

Hotel primeira noite: £78.67/€91.94

Hotel segunda noite: £32/€37.40

Aluguer de carro: £23.35/€27.29

Custos la: £244.08/€285.25

Total: £492.1/€575.10

Total por pessoa: £246.05/€287.55

Total por pessoa por dia: £82.02/€95.85

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Londres – Tour “Mulheres incríveis e seus legados”

Quando moramos algum tempo num sítio temos tendência a descurar descobrir novos espaços, novos museus, novos restaurantes. E embora eu não moro Londres acabei por nos últimos anos evitar ir la. Porque gosto da minha paz do campo, porque é confuso, porque tenho tendência a explorar novos países. Mas este tour foi excepção.

Há vários anos que sigo a Heloísa Righetto. O seu trabalho na área do feminismo é notável e tenho aprendido imenso nesta jornada do feminismo com ela e com o conexão feminista. Já há dois anos que a Heloísa faz este tour em Londres. Mas por um motivo ou por outro ainda não tinha conseguido fazer este tour. Mas finalmente depois deste tempo todo finalmente consegui uma data que coubesse com a minha agenda.

Não vou ser spoiler porque acho que estragaria completamente a surpresa mas este tour acontece a sexta feira a noite e durante duas horas e meia (a três) preparem-se para percorrer praças e ruas mais ou menos conhecidas e conhecer mulheres mais ou menos conhecidas da história. Políticas, enfermeiras, amantes, entre outras, todas estas mulheres têm em comum terem marcado a história. 

Este tour não tem tem datas específicas e têm de estar de olho no Facebook da conexão feminista ou no Instagram da Heloísa para as novas datas.

Ah, antes que me esqueça, a Heloísa vai também fazer um tour sobre a Jane Austen em Julho, ainda não está esgotado por isso aproveitem!

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Links importantes:

Facebook da Conexão Feminista

Instagram da Heloísa Righetto

 

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Cannes

No post introdutório sobre esta viagem falei que se voltasse alugaria carro. E a principal razão pela qual me arrependo de não o ter feito foi Cannes. Tínhamos programado visitar a cidade do festival de cinema no domingo, no entanto enquanto estava a fazer as pesquisas finais sobre esta viagem no sábado li um artigo a dizer que não havia muito a fazer em Cannes. E depois outro artigo dizia o mesmo. E outro…. E começamos a ver alternativas mas os comboios nesta zona, embora sejam confiáveis não eram frequentes, pelo que não dava para mudar os planos. Resultado? Dormimos a manhã toda, que nos soube pela vida, e fomos a Cannes só da parte da tarde. E então o que há a ver em Cannes?

Boulevard de la Croisette – tal como a promenade dos ingleses a marginal de Cannes merece uma caminhada. Aqui vão encontrar vários restaurantes na praia onde poderão almoçar com o pé na areia.

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Palácio dos festivais e congressos de Cannes – embora não possa entrar pare na famosa escadaria onde VIPs de todo o mundo sobem

Marina de Cannes – para ver os “barquinhos” e sonhar!

Le Suqet – prepare-se para subir ao ponto mais alto da cidade onde pode encontrar museus e igrejas super giras. E como bônus pode tirar as melhores fotos panorâmicas sobre a cidade

E pronto, está Cannes visto. Lamento se vos desapontei, mas tal como disse no início do post Cannes não tem nenhum interesse especial.

 

 

 

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Mónaco

Peço desculpa pela interrupção nos posts sobre a viagem a Cote d’Azur mas faltavam umas fotos. Este post e o próximo encerrarão a viagem.

Oobjetivo deste fim de semana prolongado era visitar o Mónaco, país 47 (mas quem é que está a contar? 🤣). Todos nós ja ouvimos falar do Mónaco por vários motivos. Seja pela família real, pela fórmula 1, o circo monte carlo ou pelas festas nos iates, o Monaco representa luxo, festas, riqueza. E como esperávamos o Mónaco é caro. Sabia disso há muito e quando tentei marcar hotel reforçou que esta ideia (uma das razões pelas quais ficamos em Nice).

Para chegar ao Monaco através de Nice tem duas opções: comboio (que demora cerca de 30 minutos) ou autocarro número 100 que parte do porto de Nice e demora cerca de uma hora e meia. Existem vantagens e desvantagens em utilizar cada um destes transportes. O comboio custa cerca de 4 euros, é mais rápido, passa a cada meia hora e tinha lugares vazios. O autocarro custou 1.5 euros, passa a cada 15 ou 20 minutos, tem uma vista panorâmica sobre a cote d’azur, MAS estava tão cheio que estivemos uma hora e meia em pé. Apesar de termos tido sorte porque conseguimos um espaço a janela (não se esqueçam de ficar do lado do mar) se não fosse assim não tinha válido de todo a pena. Uma hora e meia em pé depois de vários kms nas pernas para ver a vista não vale mesmo a pena…. E o autocarro acaba num sítio em Nice que ficava a mais de 20 minutos a pé do nosso hotel. Veredito? Comboio é melhor.

E então o que fazer no Monaco? Na verdade não contem com dias e dias de coisas para fazer. Mesmo entrando em museus e no casino (que não fizemos) um dia vai dar mais do que tempo para verem este país.

Comecem então pelo porto do Mónaco. Virados para o mar comecem a caminhar para vossa direita à volta da marina. Tirem várias fotos, vejam os iates. Quando chegarem mesmo ao final comecem a subir para o forte Antoine para verem as vistas. Parem várias vezes nas plataformas para tirarem fotos panorâmicas da zona da marina.

Quando chegarem ao topo continuem em frente, passem o museu oceanográfico (entrem se quiserem) e passem pela catedral de São Nicolau. Entrem no bairro a esquerda da catedral onde podem aproveitar para almoçar se for hora disso.

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Virem algures no bairro a esquerda para chegarem ao palácio real e ao jardim exótico. Do lado direito do palácio têm mais uma plataforma para torarem fotos à cidade. Entre este observatório e o palácio vão encontrar um arco, passem-no para iniciarem a vossa descida à zona da marina.

No final da descida irá encontrar uma praça. Aqui existe um mercado com imensas opções para almoçar, caso já não o tenha feito. Continue de volta a marina e dirija-se a zona de Monte Carlo. Comece a subir e veja a ópera, o famoso casino e o jardim japonês. Finalmente terminei na famosa curva. Este é um óptimo spot para admirar as dezenas de Ferraris, Lamborghinis, Porches e outros super carros que habitam esta cidade. Por fim terminem a visita no jardim japonês, um oásis no meio da selva de betão!

NOTA: verifiquem se no Mónaco está coberto pelo vosso plano de internet. Eu não estava e nao reparei e a brincadeira ficou-me por quase 50 euros em internet. Mas não choremos sobre leite derramado!