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Alteração dos posts habituais

Estes momentos exigem mudanças que temos de aceitar. Se decidimos deixar de viajar ou não é uma decisão pessoal mas decidi que por agora vou suspender os posts a relatar viagens.

Vou continuar com a programação habitual de dois posts por semana mas vou falar de coisas mais pessoais, a minha vida no reino unido, coisas genéricas sobre viagens como truques, dicas e conselhos mas não vou colocar aqui nada sobre as viagens que ainda faltam relatar. Esperei só que a série da Jordânia acabasse porque queria mesmo que não ficasse a meio mas agora vou mudar um bocadinho.

Não vão faltar conteúdos giros e até relacionados com viagens mas decidi que não vou incentivar que as pessoas vão a determinados destinos.

Assim sendo aproveito para perguntar se querem que fale sobre alguma coisa em específico?

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Viver para fora ou respeitar privacidade de quem nos rodeia?

Por causa do meu trabalho fui exposta as redes sociais muito cedo. Tive Facebook quando só meia dúzia dos meus amigos tinham, Instagram antes de toda a gente, já passei pelo Twitter e pelo Snapchat. E com isto veio a exposição. Não havia um dia que não pensasse no que podia partilhar, que não tirava uma foto sem a necessidade de por lá, achava que se fizesse algo e não pusesse online nem valia a pena fazer. Patético, parvo, podem julgar, eu sou a primeira.

Mas um dia a minha vida mudou… Achei que um colega se expunha tanto que tanto que parecia quase um esfregar na cara dos outros. Percebi que incomodava os que me rodeavam e não podiam fazer o mesmo que eu, criava frustrações nos outros, ou recebia piadas dos amigos a dizer que não tinha tempo para ninguém porque tinha uma vida tão preenchida. E depois há o J. O J. não tem redes sociais. Não gosta da exposição pública, é super privado, e eu acabava por quebrar essa privacidade dele. Não que ele ficasse chateado, na verdade ele não quer saber, mas percebi que não estava a respeitar a vontade dele. E depois tenho o blog. Parecendo que não é uma exposição grande. Em 2019 tive mais de 4,000 visitantes por aqui… De loucos para alguém cujo objetivo é apenas relatar onde vai para quando os amigos pedem ajuda para viagens.

E bem devagarinho desacelerei… Não foi de propósito, e também é por fases, mas já não gosto muito de partilhar… O meu último post no Instagram é de há dois meses atrás (nota: era quando escrevi este post), e antes disso passou um mês. Não sinto necessidade de postar quando vou a um concerto, ao teatro, jantar fora. Reservo o meu Instagram para publicar umas fotos quando viajo e são bem menos do que publicava antes… Facebook? Só existe como repetição do conteúdo do Instagram ou para partilhar conteúdo relacionado com o meu trabalho praticamente… Prefiro partilhar com a família e os amigos no WhatsApp quando vejo algo interessante, partilho a minha opinião de forma privada…

Por fim o blog. Este blog já existe há muitos anos, embora tenha decidido apagar o conteúdo mais antigo. O J. não era grande apoiante e mesmo hoje continua a achar engraçado o facto de eu continuar a ser regular por aqui mas não vem cá ver. É verdade que exponho muito a minha vida aqui mas é aquilo a que eu chamo de a parte pública da minha vida privada. Aquilo que eu faço fora de casa. A razão pela qual comecei a escrever estes posts foi apenas porque senti que o conhecimento que ganhei com as viagens, os truques, etc, se perdiam. Porque eu me esquecia com o tempo, porque me esquecia de dizer aos amigos quando perguntavam… E várias pessoas a minha volta me disseram que devia começar a escrever. Eu continuo a escrever este conteúdo para mim e para os meus amigos. Se mais pessoas vierem porreiro, mas como já disse por aqui, eu não sou patrocinada, nem quero ser…

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Viagens em 2020

Embora o plano para 2020 passe por acalmar as viagens não vão parar, prometo!

Em 2019 aprendi que os planos não estão sempre escritos em pedra, mesmo quando as viagens já estão marcadas. Desmarcamos uma viagem em junho porque conseguimos alterar os planos, uma em setembro, por cansaço e outra em dezembro porque perdemos alguém da família.

Mas planos são planos e para já temos marcado:

– Médio Oriente: Creio que já disse por aqui que sou apaixonada pelo médio oriente. Depois de Israel e do Dubai agora é finalmente a vez da Jordânia. A viagem não vai ser muito longa mas vai ser suficiente para cobrir Petra e o deserto Wadi Rum

– Bálcãs: Pouco depois de regressarmos da Jordânia é altura de rumar aos Balcãs para um fim de semana na Albânia.

– Portugal: Desta vez em família iremos regressar a Madeira com os pais do J.

– Ásia: Iremos desta vez duas vezes à Ásia. Na primeira viagem visitaremos Bali e na segunda a China e as Filipinas

– África: O J. já não vai a África há uns anos e desta vez visitaremos a Tunísia

– Europa: Na segunda metade do ano iremos à Suíça pagar uma promessa de 8 anos com amigos!

Para já não é nada mau! No entanto sei que não vai ficar por aqui tendo em conta que a maioria destas viagens são no primeiro semestre. Também gostava de me iniciar no Ski. Também quero ver se vou a Holanda, a Alemanha, são sítios onde quero sempre voltar para ver as pessoas de quem gosto. Por fim gostava de retirar alguns países da Europa da lista que faltam visitar, talvez a Bielorrússia, a Moldávia e alguns dos países dos Bálcãs… 

E por aí, quais são os planos para 2020?

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Musicais, Teatro, Concertos – os meus preferidos de 2019!

Depois do post sobre como conseguir bilhetes para espetáculos mais baratos aqui vai uma humilde opinião sobre os espetáculos que mais gostei este ano. Não tenho nenhum preferido pelo que a ordem é um pouco indiferente.

– Book of Mormon – animado e aconselho muito mesmo que não goste de musicais. Precisa de ter algum conhecimento de inglês para perceber as piadas e muito sentido de humor! A história conta a aventura de dois jovens adultos fiéis a religião mórmon que vão para África tentar evangelizar pessoas.

– Come From Away – uma hospedeira de bordo brasileira que mora em Seattle que eu sigo recomendou e mal estreou em Londres marquei. A história é baseada em factos reais passados no 11 de setembro numa cidade do Canadá onde em duas horas a aterraram dezenas de aviões devido ao fecho do espaço aéreo americano. Que história fantástica!

– 9 to 5 – nada a ver com as duas anteriores. Muito mais teatral e levezinha com um toque feminista tal como amo! É baseada no filme dos anos 90 com o mesmo nome e a música 9 to 5 ainda está na minha cabeça!

– Spice girls – provavelmente o espetáculo do ano. Cresci a ouvir Spice girls mas nunca tive oportunidade de assistir. Fui sozinha e amei!!!

– Jack Whitehall – se vêm Netflix vão provavelmente deparar-se mais tarde ou mais cedo com a série “travels with my dad”. Não vou ser muito spoiler mas imaginem juntar pai e filho numa viagem onde o pai só quer luxo e calma e o filho hostels e aventuras. É de partir a rir! O filho nesta série é o Jack Whitehall, um comediante muito conhecido por aqui que eu sigo há um ou dois anos. Encheu o O2 este ano com o seu novo espetáculo de stand up em novembro e nós amamos. Foi a primeira vez que assistimos ao vivo a um espetáculo de stand up comedy num sítio tão grande e como eu sou um bocado surdeta estava com receio. Mas nada a temer, vão perder algumas palavras obviamente, tal como perdi quando fui uns meses antes ver um espetáculo de stand up em português, mas nada que atrapalhasse…

Para o ano já tenho algumas peças e espetáculos marcados, estou super entusiasmada com a estreia do Pretty Woman, Queen e Adam Lambert e Sisters Act (do cabaré para o convento). Alguém desse lado que queira sugerir algumas peças?

 

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Inspiração

Já escrevi por aqui que nem sempre escrevo com regularidade no blog. Sei que parece estranho porque do lado do leitor vem sempre certinhos 3 posts por semana, mas deste lado a consistência não é assim tão boa. Há semanas que escrevo até dois posts por dia, mas há semanas a fio que de repente não me apetece escrever. E como criativa que sou sei que temos de respeitar estes momentos… Nao vale a pena forcar, normalmente so sai conteúdo mecanico, sem alma, sem sentimento. Nos momentos em que me apetece escrever e’ aproveitar a inspiração e agendar posts. Chego a ter tres meses de posts agendados, para me permitir dar estes meses de vazio. O último mês e meio foi assim, de vazio. Mas sinto a pouco e pouco a vontade a regressar e nestes momentos entao e’ aproveitar em forca! No entanto senti nos últimos meses que escrever três vezes por semana por aqui é muito. As vezes o trabalho aperta e eu não quero dedicar todos os meus momentos de lazer a escrever, pelo que tenho de reavaliar a frequência com que escrevo. Não planeio abandonar este canto que eu tanto adoro, mas não pode ocupar tanto tempo da minha vida…

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Raízes

Vivi 18 dos meus primeiros 21 anos no mesmo concelho o que é inacreditável se pensarmos no número de casas que vivi. E mesmo os 3 anos que não vivi lá ia todas as semanas à minha origem. As pessoas que marcaram a minha infância e juventude quase todas vivem lá e tenho óptimas memórias lá. No entanto, sem querer, cortei o cordão umbilical. Primeiro a minha irmã, depois o meu pai e por fim a minha avó deixaram de viver ali. Os amigos quase todos se mudaram. E as memórias ficaram mas não tenho tantas razões para lá ir. Sem querer apercebi-me que não me lembro da última vez que fui ao Luso. Nunca fui ao pedra de sal, que não como natas da d. Encarnação (que nem sei se ainda é viva) há perto de 8 ou 10 anos, que não vou ao lago há quase uma década, que não respiro o ar do meu buçaco há demasiado tempo. E isso dói. Porque o Luso é e será sempre a minha terra. Mais do que ser o local de nascimento que consta no meu cartão do cidadão é onde está o meu lar. O meu coração. E eu quero que isso mude, quero voltar a criar rotinas de voltar ao Luso de forma regular. Ver a Tila, a Alice, a Lurdes. A casa onde cresci, a fonte, o lago, o mercado. Divulgar o que de melhor se faz na minha terra, o que ver, o que fazer. Como e possível que viaje o mundo mas falhe a divulgar as minhas raízes?

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Estereotipos da emigracao

Há dois dias tive oportunidade de ver um espetáculo de stand up comedy em português. Normalmente não embarco em eventos de nicho (ou gueto), com excepção de dois ou três músicos que sigo e faço questão de ver quando vem a Londres, mas fomos convidados e nao recusamos. O espetáculo consistiu em três humoristas que vieram de Portugal (Rui Sinel de Cordes, Hugo Sousa e Rui Cruz) e um que vive cá (Andre de Freitas). O Andre, super engracado, falou em imensos estereótipos portugueses em que, pela primeira vez, nao me encaixei, mas achei interessante falar por aqui.

  • Portugueses vivem em Stockwell – fui a Stockwell uma mao cheia de vezes (duas das quais para ir ao curso de preparação para o casamento). Nao gostei, nao me identifiquei, só lá vou quando passo perto e aproveito para ir a uma loja de produtos portugueses…
  • Portugueses trabalham em hotelaria – nenhum dos meus amigos trabalha ou trabalhou neste setor. Temos uns vizinhos que trabalham no setor mas não fazem parte do meu círculo.
  • O motivo pelo qual estamos no Reino Unido e’ dinheiro – claro que ajuda, mas nao, não é essa a razão que me motiva. Para mim e’ o respeito pela minha vida pessoal e as oportunidades que são criadas justamente.

Estes foram os estereótipos que foram falados pelo André mas lembrei-me de outros que se juntam:

  • Portugueses só fazem férias em Portugal – não é de todo o nosso caso (ou este blog nao existiria) mas é de várias pessoas ao nosso lado. Nao julgo, nao condeno, mas não é para mim para já.
  • Portugueses só convivem com portugueses – meio verdade para mim. Trabalho num ambiente em que nao ha um unico tuga e sinto-me 100% integrada. No entanto o nosso círculo de amigos é composto por provavelmente 80% de portugueses.
  • Portugueses acham que a sua comida é a melhor do mundo – não é de todo o meu caso. Eu digo várias vezes que se tivesse de comer apenas a culinaria de um país para o resto da vida seria a comida italiana.

E voces? Encaixam-se nestes estereotipos? Que outros estereotipos me faltaram?

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Sudoeste Asiatico – Singapura, Vietname, Cambodja e Tailandia – Custos

Bem sei que normalmente este post é o primeiro a aparecer. Mas desta vez deu-me uma preguiça imensa de fazer as contas e só agora me apeteceu.

Aqui vai um resumo de quanto gastamos:

Voo Londres – Singapura e Bangkok – Londres sem escalas e com a British Airways: £442/pessoa

Voos internos (Singapura – Hanói, Hanói – Siem Reap, Siem Reap – Phuket e Krabi – Bangkok): £248/pessoa

Hotéis (16 noites): £276.5/pessoa

Cruzeiro Halong Bay: £110/pessoa

Tours, entradas em museus e atrações: £170.3/pessoa

Transportes (autocarro, tuk tuk, taxi, etc): £78.22/pessoa

Comida: £181.3/pessoa

Extras: £145.4

Total: £1650/pessoa – £91/ pessoa/dia

 

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Internet em Singapura, Vietname, Cambodja e Tailandia

Para nós ter internet durante as viagens e’ importante. Nao se esquecam que não usamos por norma agências de viagens para nos ajudarem com o planeamento. Cada dia, cada voo, cada hotel, cada viagem e’ planeada por nós e necessitamos de ter internet para nos apoiar porque usamos imensas aplicacoes. Embora a nossa rede tenha um serviço fantástico que cobre imensos países gratuitamente na altura nenhum de nós tinha este serviço ativo e mesmo que tivessemos não cobriria o Cambodja e a Tailândia. Assim sendo tivemos de procurar uma alternativa. Depois de uma noite de pesquisa o J. encontrou a Cuniq, uma empresa de telecomunicacoes chinesa que apresentava o plano ideal para nos: 12 dias com 4Gb de internet. Este plano inclui os países que iamos visitar mas como ficamos mais do que 12 dias compramos dois. Compramos com cerca de um mes de antecedencia e chegaram super rápido! Podem encontrar mais informações aqui.

So uma dica, nao se esquecam que tem de ter um telemovel desbloqueado, sob pena de nao funcionar!