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O clima no Reino Unido e eu

Uma das coisas que mais me perguntam desde que me mudei para o Reino Unido e’ como consigo lidar com a chuva. Sabendo que o Reino Unido nao seria a partida um destino tropical, sabia que a chuva seria algo que me iria acompanhar durante grande parte dos meus dia. No entanto nao sou uma pessoa que necessite de muito sol. Nao sou pessoa de ir para a praia ao fim de semana, ir a uma esplanada, de estar em contacto constante com o sol, nem fico de mau humor se nao vir o sol durante algum tempo, para mim nao foi dificil.

Obviamente que quando saio de casa e esta um dia de ceu aberto fico muito mais feliz. No entanto nao sinto que os dias nublados piorem o meu mood do dia, o meu mau feitio vive por si so, alimentado a sol e a chuva.

Um dia decidi pesquisar sobre precipitacao anual no Reino Unido e descobri que afinal chove tanto como em Portugal, nao sei se as pessoas sabem disso. Por aqui nem sequer uso guarda chuva. Se estiver a chover muito abrigo-me porque sei que em menos de 5 minutos vai passar.

Mas é claro que o tempo no Reino Unido nao e’ perfeito. Primeiro e’ o facto de estar “sempre” nublado. E’ algo inquestionavel e chato mas pronto, acontece. Segundo o facto de durante o inverno escurecer muito cedo. Dói na alma ver que as 4 da tarde já é de noite escura.

Mas sabemos que a primavera volta sempre. E com ela os dias mais compridos, o sol espreita e aproveitamos muito o exterior. Nós não porque somos mais de indoor mas mesmo assim aproveitamos mais o nosso jardim do que jamais aproveitei em Portugal. Fazemos mais grelhados num ano do que fiz na minha vida toda em Portugal. Acho que a sensação de que sabemos que o tempo bom não dura sempre faz-nos não deixar para amanhã o que podemos aproveitar hoje.

Por fim o facto de existir chuva e humidade o ano todo faz com que a paisagem esteja sempre verde, e não há nada que nos encha mais o olho do que um campo ou uma floresta bem verdinha.

É o que eu chamo de copo meio cheio!

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Tirana – Hotel City Center

Escolher hotel em Tirana não foi nada difícil. O poder de compra da cidade é baixo, as opções com qualidade são bastante limitadas pelo que na altura de escolher não tínhamos assim tantas opções. Nesta viagem em concreto tínhamos três restrições: parque incluído, localização central e ser possível fazer check in bem tarde. E claro, que não fosse muito caro.

A escolha caiu então pelo city centre hotel. Tal como o nome indica é bem no centro, a partir do momento que estacionamos o carro que alugamos só o tiramos para ir a Apolónia e Berat, em Tirana fizemos tudo a pé.

O hotel é simples, sem grandes luxos, mas muito confortável. O quarto era grande, virado para a rua principal mas não se ouvia barulho. A casa de banho era bastante grande, com destaque para o chuveiro enorme!

O grande senão do hotel era sem dúvida o pequeno almoço. Era num restaurante separado do hotel, tínhamos de passar pelo restaurante todo e o sítio não só cheirava imenso a tabaco como tinha um aspecto duvidoso. A comida não era muito variável mas acredito que tenha a ver com o país em si.

Mas o grande bonus foi o funcionário da recepção que era de uma simpatia extrema!

Fotos reais

Hotel City Center

 

Nota: uma vez que depois desta viagem todos os planos que tínhamos foram cancelados vou começar a publicar apenas uma vez por semana. Vou tentar falar de algumas viagens que fiz antes de escrever ativamente por aqui neste momento que andamos todos mais por casa mas apenas uma vez por semana. Assim que recomeçarem as viagens volto a aumentar o número de posts semanais 🙂

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A vida continuou durante a quarentena

Durante meses vivemos obsecados com o Corona vírus. Vivemos para os números, com as notícias, com as medidas, o confinamento. Mas à nossa volta a vida continuou a acontecer. Amigos perderam familiares, amigos ganharam novos membros na família (humanos e de pêlo), pessoas descobriram que tinham cancro, celebramos aniversários. Recebemos óptimas notícias seguidas de péssimas. Nenhuma delas relacionada com o Corona…

A vida continuou….

Planeamos viagens nas nossas cabeças e descobrimos os bairros onde vivemos como nunca o tínhamos feito. Trabalhamos mais que nunca, tivemos de rearranjar a casa para termos mais conforto. Fizemos obras, melhoramos coisas. Compramos decoração, fizemos projetos.

E a vida continuou…

Desesperamos com a Amazon, fomos ao supermercado vezes sem conta. Preparamos refeições deliciosas e outros dias desesperamos. Abençoamos os dias que não tivemos de enfrentar o trânsito e sentimos saudades dele.

E a vida continuou….

Abraçamos quando ainda não era permitido porque o momento se impunha. Viajamos antes da quarentena obrigatória ser implementada antes de darmos aquele abraço apertado a família que sabemos que pode não se repetir assim tão em breve.

Sabíamos que éramos felizes e ajustamo-nos para encontrar novamente essa felicidade dentro de nós. Sentimos saudades do passado mas temos esperança que volte em breve…

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Berat e Apolonnia

Já tinha lido há uns anos a visita que a Dri Everywhere tinha feito à Albânia em que tinha visitado Berat e quando comprei o guia da Albânia e vi que a imagem de capa era de Berat decidi logo que tinha de incluir uma visita a este lugar! Quando pesquisei tours vi que Apolonnia era sempre incluído pelo que ficou decidido ir aos dois.

Berat é conhecida como a cidade das janelas. É impossível não ficar a olhar embasbacados da outra margem do rio sem tentar perceber o que se passou por ali.

Apesar de turística na verdade não vimos assim tantos turistas (mas nós fomos em Janeiro…) pelo que sentimos que de facto foi uma experiência autêntica. Na verdade não há muito para ver na cidade para além de procurar a melhor perspectiva para a fotografar.

No entanto, mesmo em frente há um castelo. Mesmo em frente no mapa porque na verdade é bem no topo de uma colina. Lá dentro tem imensas lojas, restaurantes, ruínas e uma vista bem interessante sobre Berat que valeu muito a pena.

Nota: nós decidimos conduzir até Berat e Apolonnia em vez de marcar uma tour apenas porque achamos o preço um exagero. Podem ver como fizemos aqui. Almoçamos com imensa calma, passeamos até termos a certeza que estava tudo visto, tudo com calma.

Quando achamos que estava tudo visto pusemo-nos a caminho de Apolonnia. Todas as informações que encontramos dizia que fechava as 17 no inverno mas estava errado, na verdade fechava as 16. Quando lá chegamos batemos com a cabeça na porta e ficamos tristíssimos. No entanto quando estávamos a caminhar para o carro o guarda chamou-nos e deixou-nos ver as ruínas sem mais ninguém! Não estávamos a acreditar na nossa sorte! E quando acabamos ainda nos abriu a porta do museu, da igreja e da torre!!! Muito surreal de tão fantástico!!!! E então o que é Apolonnia? Apollonia e’ uma cidade ancestral grega. No local ainda e’ possivel visitar as ruinas e o museu que valem a pena qb. Nao estamos a falar de uma acropole em Atenas mas tendo em conta a dimensao do pais e’ bastante interessante.

 

 

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O que queremos fazer quando isto acabar

Nós últimos dias eu e o J. temos pensado no que gostávamos de fazer quando este isolamento acabar… Como estamos em vésperas de saber o que vai acontecer no reino unido nas próximas semanas a ansiedade aumenta!

Obviamente que eu tenho MUITAS saudades de viajar, nem se questiona isso, mas tenho saudades de outras coisas:

– Abraçar os meus: a família e os amigos. Perdi aniversários importantes, estou a acompanhar gravidezes a distância, é muita coisa mesmo que queria estar mais perto

– Comer fora: nós amamos jantar fora. E sentimos MUITO a falta de fazer estas coisas

– Ver espectáculos: musicais, teatros

– Receber os amigos em casa!

– Compras!!! Sem filas nem medos!

Quando perguntei ao J. do que sentia saudades para além da família e dos amigos disse ter saudades de conduzir! Engraçado tendo em conta que ele passa imenso tempo a conduzir normalmente, deduzi que fosse porque para ele conduzir significa normalidade.

E vocês? O que é que têm mais saudades?

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Eu e o Covid

Tenho noção que estes tempos são únicos. Que para sempre saberemos onde estávamos na primavera de 2020, tal como sabemos onde estávamos a 11 de setembro de 2001. É importante que relembremos como estes tempos foram vividos para a posteridade.

Os meus avós conviveram com a fome, os meus pais viveram austeridade extrema dos anos 80, a minha geração terá de se lembrar da quarentena de 2020.

No início senti que isto não me estava a acontecer a mim. Que estava num filme, que não era eu que estava a viver aquela realidade. Como estava em Portugal quando o lockdown foi decretado lá tentei avisar no reino unido. Mesmo a uma semana do acontecimento ninguém queria acreditar. Mandei pessoas para layoff sem saber quando as vou voltar a ver, vi pessoas com medo do que está para vir, mas tive de ser o elo forte. O J. já trabalhava há semanas a partir de casa quando eu finalmente recebi luz verde. E foi nessa altura que o meu mundo desabou. Foi nessa altura que perdi horas da minha vida ao telefone com companhias aéreas, hotéis, agências de viagens a remarcar ou cancelar férias. Se antes sentia que não era eu que estava a viver isto, agora sentia que o mundo todo está nos meus ombros. Um dia, num dia em que um amigo me sentiu menos bem e me mandou uma mensagem em que me disse que precisava de melhorar para ajudar uma amiga que não estava numa fase boa, porque afinal somos irmãs só que de mães diferentes. Foi a gota de água. Chorei tudo o que andava a segurar há semanas. Chorei compulsivamente durante vários minutos. O J. ficou sem chão por me ver assim. Eu sentia-me mesmo a bater no fundo. A família, os amigos, as viagens, os concertos e jantar fora são uma parte ENORME da minha vida e foram-me retirados em menos de 24 horas. Quase tudo o que me faz levantar de manhã não estava lá mais. Demorei a recuperar desse dia. Depois chegou uma terceira fase, em que pensei no positivo. Que tenho o J. ao pé de mim, a família e os amigos a distância de um click e o trabalho que tanto amo. Que tenho a sorte de poder trabalhar alguns dias fora de casa (sou considerada “Key worker”) e que ajuda a quebrar a rotina, que vivo num bairro óptimo que finalmente estou a descobrir. Depois comecei a descobrir a normalidade. Chamadas com a família diárias e mais curtas durante a semana mas mais longas durante o fim de semana. Os amigos que fazem pão e oferecem. As obras que aproveitamos para fazer em casa. As séries de TV que ando a ver. Oscilo entre a sensação de vazio durante o fim de semana e a rotina que tanto gosto durante a semana. Passeios longos a volta do bairro ajudam que o J. saia de casa e se mantenha mentalmente são. Se me tentarem mostrar vantagens deste momento que estamos a viver, para além de ver o J. mais horas não consigo nomear nenhuma. Ainda pesquiso viagens compulsivamente, até para Maio (tão inocente). O meu aniversário é já para o mês que vem e sei que a festa que tinhamos programado provavelmente não vai acontecer.

 

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Porque é que só mostras as partes bonitas das vida?

No outro dia alguém me disse que tinha “inveja” da minha vida. Que era perfeita, que tudo me corria bem.

A verdade é que a minha vida é normal, tal como qualquer uma das vossas. Juro que a louça suja que ficou na pia de manhã está lá quando eu chego (vá, nem sempre porque o J. ou a nossa salvadora A. a põem na máquina às vezes).

E então o que é que eu faço para a minha vida ser tão fantástica? Basicamente a minha filosofia de vida acenta empresas 3 pilares:

1) Eu amo mudança! Quando algo me incomoda eu mudo, sem problemas. Se algo na minha vida não está a correr como eu quero, se me provoca dor ou desconforto, eu removi da minha vida. Mudo de casa, de emprego, de país. Já me afastei de amigos porque achei que me traziam mais coisas boas do que más (sem dramas porque se tivermos de voltar a ficar próximos ficamos!), já mudamos de casa várias vezes, já mudei de emprego, já tivemos de procurar ajuda em casa porque percebemos que tratar da casa é algo que ODIAMOS e vivemos bem com isso, já cancelamos viagens porque sentimos que não queríamos ir. Dá para perceber, certo?

2) Tempo para mim! As minhas escolhas de vida fazem com que eu tenha tempo para investir em mim. A escolha de não ter filhos fez com que não exista uma pressão de horários, possa investir em desenvolvimento pessoal e profissional, e isso dá-me um prazer do outro mundo. As pessoas à minha volta que vejo mais tristes e frustradas não investem, na grande maioria, em si mesmas. A felicidade depende principalmente de nós mesmos, se dependermos de outra pessoa para sermos felizes essa pessoa vai falhar porque ela tem a sua própria vida e os seus objetivos!

3) Positividade! Se há pessoa que não acredita em energias, correntes, espiritualidade e cenas assim sou eu. No entanto acredito em mentalização. E mentalização não é nada mais nada menos (para mim claro!) do que pensar que coisas positivas vão trazer outras também positivas. Não porque o universo, as fadas ou as energias nos tragam isso, mas sim porque ao focarmos apenas em coisas positivas que nos aconteceram ou que queremos, vai fazer com que as coisas menos boas se relativizem! Se algo menos positivo acontece passem a frente rapidamente, é muito mais fácil!

Houve alturas (raras) da minha vida que mostrei, naquele a que chamo de o lado público da minha vida privada, momentos menos bons. No meu Instagram já desabafei que tive momentos da minha vida menos positivos e o mundo ficou em choque… Perguntaram porque não pedi ajuda, porque não lhes liguei… Simples, porque me foquei em resolver o problema e não em ficar triste.

Aqui ficam os meus três pilares para ser feliz: gostar de mudança (para mudar o que incomoda), investir em mim (para conseguir ser feliz de dentro para fora) e positividade (para mandar os momentos menos bons para longe).

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Alteração dos posts habituais

Estes momentos exigem mudanças que temos de aceitar. Se decidimos deixar de viajar ou não é uma decisão pessoal mas decidi que por agora vou suspender os posts a relatar viagens.

Vou continuar com a programação habitual de dois posts por semana mas vou falar de coisas mais pessoais, a minha vida no reino unido, coisas genéricas sobre viagens como truques, dicas e conselhos mas não vou colocar aqui nada sobre as viagens que ainda faltam relatar. Esperei só que a série da Jordânia acabasse porque queria mesmo que não ficasse a meio mas agora vou mudar um bocadinho.

Não vão faltar conteúdos giros e até relacionados com viagens mas decidi que não vou incentivar que as pessoas vão a determinados destinos.

Assim sendo aproveito para perguntar se querem que fale sobre alguma coisa em específico?

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Viver para fora ou respeitar privacidade de quem nos rodeia?

Por causa do meu trabalho fui exposta as redes sociais muito cedo. Tive Facebook quando só meia dúzia dos meus amigos tinham, Instagram antes de toda a gente, já passei pelo Twitter e pelo Snapchat. E com isto veio a exposição. Não havia um dia que não pensasse no que podia partilhar, que não tirava uma foto sem a necessidade de por lá, achava que se fizesse algo e não pusesse online nem valia a pena fazer. Patético, parvo, podem julgar, eu sou a primeira.

Mas um dia a minha vida mudou… Achei que um colega se expunha tanto que tanto que parecia quase um esfregar na cara dos outros. Percebi que incomodava os que me rodeavam e não podiam fazer o mesmo que eu, criava frustrações nos outros, ou recebia piadas dos amigos a dizer que não tinha tempo para ninguém porque tinha uma vida tão preenchida. E depois há o J. O J. não tem redes sociais. Não gosta da exposição pública, é super privado, e eu acabava por quebrar essa privacidade dele. Não que ele ficasse chateado, na verdade ele não quer saber, mas percebi que não estava a respeitar a vontade dele. E depois tenho o blog. Parecendo que não é uma exposição grande. Em 2019 tive mais de 4,000 visitantes por aqui… De loucos para alguém cujo objetivo é apenas relatar onde vai para quando os amigos pedem ajuda para viagens.

E bem devagarinho desacelerei… Não foi de propósito, e também é por fases, mas já não gosto muito de partilhar… O meu último post no Instagram é de há dois meses atrás (nota: era quando escrevi este post), e antes disso passou um mês. Não sinto necessidade de postar quando vou a um concerto, ao teatro, jantar fora. Reservo o meu Instagram para publicar umas fotos quando viajo e são bem menos do que publicava antes… Facebook? Só existe como repetição do conteúdo do Instagram ou para partilhar conteúdo relacionado com o meu trabalho praticamente… Prefiro partilhar com a família e os amigos no WhatsApp quando vejo algo interessante, partilho a minha opinião de forma privada…

Por fim o blog. Este blog já existe há muitos anos, embora tenha decidido apagar o conteúdo mais antigo. O J. não era grande apoiante e mesmo hoje continua a achar engraçado o facto de eu continuar a ser regular por aqui mas não vem cá ver. É verdade que exponho muito a minha vida aqui mas é aquilo a que eu chamo de a parte pública da minha vida privada. Aquilo que eu faço fora de casa. A razão pela qual comecei a escrever estes posts foi apenas porque senti que o conhecimento que ganhei com as viagens, os truques, etc, se perdiam. Porque eu me esquecia com o tempo, porque me esquecia de dizer aos amigos quando perguntavam… E várias pessoas a minha volta me disseram que devia começar a escrever. Eu continuo a escrever este conteúdo para mim e para os meus amigos. Se mais pessoas vierem porreiro, mas como já disse por aqui, eu não sou patrocinada, nem quero ser…

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Viagens em 2020

Embora o plano para 2020 passe por acalmar as viagens não vão parar, prometo!

Em 2019 aprendi que os planos não estão sempre escritos em pedra, mesmo quando as viagens já estão marcadas. Desmarcamos uma viagem em junho porque conseguimos alterar os planos, uma em setembro, por cansaço e outra em dezembro porque perdemos alguém da família.

Mas planos são planos e para já temos marcado:

– Médio Oriente: Creio que já disse por aqui que sou apaixonada pelo médio oriente. Depois de Israel e do Dubai agora é finalmente a vez da Jordânia. A viagem não vai ser muito longa mas vai ser suficiente para cobrir Petra e o deserto Wadi Rum

– Bálcãs: Pouco depois de regressarmos da Jordânia é altura de rumar aos Balcãs para um fim de semana na Albânia.

– Portugal: Desta vez em família iremos regressar a Madeira com os pais do J.

– Ásia: Iremos desta vez duas vezes à Ásia. Na primeira viagem visitaremos Bali e na segunda a China e as Filipinas

– África: O J. já não vai a África há uns anos e desta vez visitaremos a Tunísia

– Europa: Na segunda metade do ano iremos à Suíça pagar uma promessa de 8 anos com amigos!

Para já não é nada mau! No entanto sei que não vai ficar por aqui tendo em conta que a maioria destas viagens são no primeiro semestre. Também gostava de me iniciar no Ski. Também quero ver se vou a Holanda, a Alemanha, são sítios onde quero sempre voltar para ver as pessoas de quem gosto. Por fim gostava de retirar alguns países da Europa da lista que faltam visitar, talvez a Bielorrússia, a Moldávia e alguns dos países dos Bálcãs… 

E por aí, quais são os planos para 2020?