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Sudoeste Asiatico – Singapura, Vietname, Cambodja e Tailandia – Custos

Bem sei que normalmente este post é o primeiro a aparecer. Mas desta vez deu-me uma preguiça imensa de fazer as contas e só agora me apeteceu.

Aqui vai um resumo de quanto gastamos:

Voo Londres – Singapura e Bangkok – Londres sem escalas e com a British Airways: £442/pessoa

Voos internos (Singapura – Hanói, Hanói – Siem Reap, Siem Reap – Phuket e Krabi – Bangkok): £248/pessoa

Hotéis (16 noites): £276.5/pessoa

Cruzeiro Halong Bay: £110/pessoa

Tours, entradas em museus e atrações: £170.3/pessoa

Transportes (autocarro, tuk tuk, taxi, etc): £78.22/pessoa

Comida: £181.3/pessoa

Extras: £145.4

Total: £1650/pessoa – £91/ pessoa/dia

 

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Internet em Singapura, Vietname, Cambodja e Tailandia

Para nós ter internet durante as viagens e’ importante. Nao se esquecam que não usamos por norma agências de viagens para nos ajudarem com o planeamento. Cada dia, cada voo, cada hotel, cada viagem e’ planeada por nós e necessitamos de ter internet para nos apoiar porque usamos imensas aplicacoes. Embora a nossa rede tenha um serviço fantástico que cobre imensos países gratuitamente na altura nenhum de nós tinha este serviço ativo e mesmo que tivessemos não cobriria o Cambodja e a Tailândia. Assim sendo tivemos de procurar uma alternativa. Depois de uma noite de pesquisa o J. encontrou a Cuniq, uma empresa de telecomunicacoes chinesa que apresentava o plano ideal para nos: 12 dias com 4Gb de internet. Este plano inclui os países que iamos visitar mas como ficamos mais do que 12 dias compramos dois. Compramos com cerca de um mes de antecedencia e chegaram super rápido! Podem encontrar mais informações aqui.

So uma dica, nao se esquecam que tem de ter um telemovel desbloqueado, sob pena de nao funcionar!

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Alguma vez vais parar?

Muitas pessoas nos dizem que este ritmo de viagens não é sustentável. Outras auguram que quando (se) tivermos filhos as viagens vão parar.

A verdade é que acredito que jamais vamos parar de viajar. Acredito com todas as minhas forças que não. E a realidade a minha volta mostra exatamente o mesmo. Escrevo este post saída de um cruzeiro na baía de Ha Long. Neste cruzeiro apanhamos um casal de portugueses com filhos da nossa idade que estavam a fazer uma viagem parecida com a nossa. As condições eram diferentes, eles marcaram um pacote com uma agência, é bem certo mas estávamos no mesmo cruzeiro que nós, a visitar os mesmos países que nós. Também neste momento em que escrevo este post está alguém que eu conheço no Japão com o filho de um ano e meio.

Viajar não tem idade nem tamanho de família. É apenas a vontade de conhecer o mundo e a capacidade de adaptação que limitam ou não onde queremos ir…

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Singapura – impressões

Há poucos sítios no mundo no qual diria “não me importava de viver aqui”. O Dubai foi um deles, Singapura outro. No entanto não conseguiria viver no longo prazo, teria de ser um projeto a mais curto prazo, 2 a 5 anos no máximo (é demasiado longe de Portugal).

A cidade surpreendeu-nos muito! Apenas ficamos 2 dias, mas o motivo foi simples. Singapura, a par com Kuala Lumpur e Bangkok Sao hubs para o resto da Ásia. E como andamos numa altura da nossa vida que queremos explorar muito a Ásia sabemos que mais tarde ou mais cedo vamos lá voltar!

A cidade é super organizada, segura e…. Quente! Foi a primeira paragem desta viagem pelo sudoeste asiático e custou. No primeiro dia paramos várias vezes para descansar, recuperar o fôlego porque já não aguentavamos o calor…

Tenham em atenção onde ficam… Embora o país seja seguríssimo (não se esqueçam que existem aqui as regras mais esquisitas do mundo!) ficamos numa zona de reputação duvidavel e um bocado longe do centro… Não digo que fiquem no marina bay mas escolham algo mais central.

Por fim a arquitetura! Se têm um interesse por esta área este é o vosso destino. Barcos em cima de arranha céus? Check! Árvores de metal? Check! Jogos de luz e cor? Check!

Há muita gente que termina a viagem pela área que fizemos nesta zona. Dizem que é bom para fazer a transição entre a viagem e a realidade. Nós fizemos o oposto e  na verdade também funcionou. Aqui têm a arquitetura e ordem europeia com a comida e costumes asiáticos!

Vamos lá então começar a série de posts sobre Singapura!

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Jet Lag

Se procuram dicas neste post podem já ir embora, este post vai ser apenas de queixinhas…. Vá, dou-vos mais uma oportunidade para irem embora… Ainda aqui estão? Então cá vai!

Odeio aquelas pessoas que dizem que jet lag não as afetam. Para mim 2 horas de diferença já são uma tormenta… E neste momento escrevo este post diretamente de Sigapura, as 5 da manhã depois de dar voltas na cama durante quase duas horas. Não faço ideia que horas o meu corpo acha que são (nunca penso qual é a hora em casa) mas está todo baralhado. Quando mudo de fuso horário o meu corpo passa-se. Dores de cabeça, dores de barriga, exaustão e até tonturas são apenas alguns dos sintomas. Claramente não dava para piloto de aviões…

E não vale a pena sugerirem seguir os passos normais. Não, não tenho vida nem tempo para dias antes de viajar adaptar o meu corpo ao fuso horário. Eu trabalhei até às 17:30 no dia que apanhei o voo para aqui (que foi as 21:30). E sim, dormi no avião (quase 10 horas) porque foi um voo noturno. E bebi água. E não faço contas para pensar que horas são em casa. Nada resulta… E daqui a duas semanas e meia isto volta tudo outra vez quando chegar a casa.

Sim, a viagem vai valer a pena. Sim, ninguém me obriga a viajar. Mas deixem-me curtir o meu mau feitio hoje, amanhã tudo passa…

Nota: o regresso foi ainda pior. Uma semana depois e adormeço às 21 e acordo às 5 se não for antes!! 😦

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Sri Lanka

Passaram quase 24 horas desde os atentados no Sri Lanka e não consigo parar de pensar nisso. Por norma passo uma borracha fácil nestes acontecimentos mas desta vez não…

Desta vez morreu um dos nossos. Um português, tal como eu. Que visitou o Sri Lanka com 30 anos, tal como eu. Que estava em lua de mel, tal como eu quando lá fui…

Hoje senti medo. Percebi que os nossos pais ficam num desassossego quando viajamos, quando não têm bem a certeza em que parte do mundo estamos. Ficam com o coração apertado e o meu fica partido por os deixar assim (ao meu e aos do J.).

(Hoje abro uma excepção e escrevo um post ao vivo. Diretamente do aeroporto de Singapura, a caminho do Vietname. Está viagem só sairá no blog lá para junho mas este post não podia esperar.)

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Imagem retirada daqui.

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Viajar nos países bálticos – Letónia e Lituânia

Viajamos para os países bálticos em 2016. Primeiro fizemos em maio a Letónia (Riga) e depois a Lituânia (Vilnius). Tanto estas duas capitais como Tallin na Estónia (que fizemos em agosto do mesmo ano) precisam apenas de um dia para ver o essencial na parte histórica.

No caso da Letónia e da Lituânia aproveitamos um dos feriados de Maio e em três dias visitamos estes dois países. Claro que ninguém consegue conhecer profundamente um país em tão pouco tempo mas tendo em conta que queríamos apenas conhecer as capitais foi mais do que suficiente.

Voamos de Stansted para Riga no sábado de manhã (a um horário proibitivo – 6:30!!) mas por causa da diferença horária e do voo longo (para padrões europeus) perdemos a manhã toda. Passamos a tarde de sábado e a manhã de domingo a visitar uma ensolarada Riga que adorámos! Aproveitamos para fazer um tour gratuito que foi dos melhores que já fizemos no mundo!

No domingo de tarde apanhamos um autocarro (Lux express – 10€ por pessoa) para Vilnius que nos deixou mesmo no centro da cidade! Os bilhetes podem ser marcados com antecedencia no site. Depois basta apenas imprimir o bilhete, trazer consigo e mostrar ao motorista.

Os autocarros sao super confortaveis e ate incluem Wifi gratuito e entretenimento a bordo. Como estes dois paises pertencem a Uniao Europeia nao existem sequer barreiras ou paragens na fronteira pelo que a nao ser que esteja atento nem sequer ira reparar quando passou de um pais para o outro.

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Esta empresa nao faz apenas os paises balticos, cobre imensos destinos em paises fronteiricos, como a Russia, Finlandia e Polonia por exemplo.

Na segunda passamos o dia a visitar Vilnius (que adorámos tanto ou mais do que Riga) e no final do dia voamos de volta para Londres.

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Fotografia retirada daqui.
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Blog Vs Vlog

Sei que é estranho numa altura em os vlogs e os canais de YouTube estão a ganhar força eu ter apostado num formato escrito. Existem várias razões para o ter feito. A primeira e o facto de eu não escrever este blog tendo em vista fazer dinheiro com ele. O blog renasceu porque os amigos estão sempre a pedir dicas de viagem. E eu adoro dar dicas, falar sobre viagens, mas passado uns anos já não me lembro de tudo, o que é uma pena. E recorrer aos itinerários que fiz na altura embora ajude não resolve a 100%.

O segundo motivo e porque eu gosto de escrever. Sempre gostei. Para mim escrever é como uma catarse. O meu cérebro anda sempre a mil e escrever é das poucas coisas que eu consigo fazer em que consigo focar-me durante bastante tempo. Por vezes escrevo 3 ou 4 posts por dia, só porque necessito de desviar a minha cabeça de algum problema. E escrever pode ser feito em qualquer lugar, enquanto que filmar não, necessita que se carregue o equipamento, se tenha minimamente um guião, para além de ser muito mais intrusivo.

Outra razão e o facto de eu viver fora de Portugal. Sempre me chateou (mas compreendo) que as pessoas ganhem sotaque, que as construções das frases fiquem esquisitas. E eu comecei a ficar assim. Embora ainda não tenha sotaque a falar, as quase 10 horas por dia que passo a falar inglês estão a fazer com que me esqueça de vocabulário, ou que use palavras esquisita porque tenho dificuldade em me lembrar da palavra adequada e uso uma tradução literal. Para além das palavras que já inventei. E escrever é ótimo para praticar. Tenho plena noção que há muitas frases que gramaticalmente são um desastre de deixar Camões a rebolar no túmulo, facto pelo qual peço desculpa. Também se junta o facto de quando saí do país o acordo ortográfico estava a entrar em vigor mas ainda não era obrigatório, por isso é que vêm por aqui uma misturadela entre palavras com e sem o novo acordo ortográfico.

E a última e simples, embora eu seja consumidora de conteúdo no Youtube (sim, já faço parte do grupo de pessoas que gasta menos de 5% do tempo a ver televisão generalista) eu gosto de ver informações escritas. Embora veja sempre vlogs sobre os locais onde vou é o formato escrito que eu mais uso para planear viagens.