Viagens

Singapura à noite

Depois do primeiro post sobre Singapura durante o dia aqui fica a segunda parte. Singapura é uma cidade/país de edifícios. Mesmo os gardens by the bay foram criados pela mão humana e percebemos rapidamente que valia a pena explorar a cidade durante a noite. Normalmente nós não somos muito de explorar sítios de noite, a não ser que exista um motivo muito forte. Gostamos de ir para a caminha cedo, dormir bastantes horas.  Com a quantidade de viagens que fazemos ao longo do ano não dá para abusar muito pois sabemos que o corpo vai ceder mais tarde ou mais cedo. Mas em Singapura nós sabíamos que valia a pena.

A primeira dica é sem dúvida passear novamente pela baía. Todos os edifícios envolventes, a city, o marina bay, o museu de arte e ciência e a ponte de Helix são só exemplos de edifícios que ficam lindos de noite! Por uma questão de espaço não pudemos levar a nossa máquina e, como tal, as fotos de noite não ficaram nada de especial…

E depois porque existem dois espetáculos de luz e cor todos os dias, um na marina e outro no gardens by the bay. Ambos gratuitos e com várias sessões por noite.

O espetáculo da marina, o Spectra, acontece de segunda a quinta às 20h e as 21h, e à sexta e sábado às 20h, 21h e 22h. Cada espetáculo dura cerca de 15 minutos e o melhor sítio para ver é do lado do marina bay sands.

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O espetáculo dos jardins acontece nas famosas árvores diariamente as 19:45 e às 20:45. Na noite em que fomos o tema era sobre Retro Fever. Dos dois espetáculos este foi sem dúvida o meu preferido. Não sei se foi do cansaço, do jet lag ou um momento de pura felicidade mas chorei durante este espetáculo. Na verdade acho que foi por me aperceber que estava a iniciar uma das viagens da minha vida e da sorte que tenho em ter estas experiências. Seja qual for o motivo foi LINDO!!

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Podem ver um video que fizemos aqui.

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Singapura de dia

Quando estava a pensar como iria estruturar este post foi muito fácil para mim pensar como iria dividir a temática. Singapura e’ uma cidade completamente diferente de dia e de noite, pelo que faz todo o sentido dividi-la assim. Não por zonas, como habitualmente faco mas por alturas do dia. Nesta cidade faz sentido que se levante um pouco mais tarde para poder ter energia ate ao final do dia. Foi em Singapura que batemos o recorde dos recordes com quase 27 quilómetros percorridos num só dia… E antes que perguntem sim, nos usamos transportes públicos!

A maioria das atrações em Singapura ficam situadas a beira da marina. O Singapore Flyer (apelidado carinhosamente de o London Eye la do sítio), o Marina Sand Bay, o museu de arte e ciência, o Merlion e os Gardens by the bay.

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E a melhor forma de explorar a zona e’, sem dúvida, a pe. Ate porque não há grandes transportes nesta zona.

Nos começamos pela zona norte. Apanhamos um autocarro do hotel até esta zona e caminhamos pela margem oposta onde podem encontrar as principais atrações. Atravessamos a ponte Helix (ótima para tirar umas fotos também), tiramos umas fotos ao museu de arte e ciência e entramos no centro comercial Marina Bay Sands para almoçar e descansar (foi o nosso primeiro dia depois de um voo de 13 horas, não queríamos exagerar).

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Depois de almoço visitamos o Gardens by the Bay, que foi o que mais gostei na cidade toda. Que paraíso na terra! Com 101 hectares e 2 milhões de plantas, prepare-se para ser deslumbrado. A entrada no jardim e’ gratuita, no entanto algumas das áreas são pagas. Das áreas pagas nos visitamos o dome das flores e das nuvens assim como o skyway. Todos eles valeram MUITO a pena!

Passamos a tarde toda no jardim (e ainda voltamos no dia seguinte para fazer o skyway, não tivemos tempo no sábado) e valeu super a pena!

No primeiro dia não fizemos muito mais porque fomos tomar um café com um ex-colega do J. que se mudou para Singapura. Foi super interessante, senti que conheci um pouco da cultura de Singapura mais a fundo!

Finalmente, e uma vez que o Merlion está a ser remodelado passamos num outro bem mais pequeno mas uma cópia exata, so para registar.

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No segundo dia era suposto irmos a Sentosa para o parque da Universal. Mas bateu a preguica, lemos reviews a dizer que havia filas de horas e desistimos. Assim sendo decidimos explorar um pouco mais um lado de Singapura menos conhecido, visitando bairros como Little India e Little China. Valem os dois super a pena se tiverem tempo!

 

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Singapura – impressões

Há poucos sítios no mundo no qual diria “não me importava de viver aqui”. O Dubai foi um deles, Singapura outro. No entanto não conseguiria viver no longo prazo, teria de ser um projeto a mais curto prazo, 2 a 5 anos no máximo (é demasiado longe de Portugal).

A cidade surpreendeu-nos muito! Apenas ficamos 2 dias, mas o motivo foi simples. Singapura, a par com Kuala Lumpur e Bangkok Sao hubs para o resto da Ásia. E como andamos numa altura da nossa vida que queremos explorar muito a Ásia sabemos que mais tarde ou mais cedo vamos lá voltar!

A cidade é super organizada, segura e…. Quente! Foi a primeira paragem desta viagem pelo sudoeste asiático e custou. No primeiro dia paramos várias vezes para descansar, recuperar o fôlego porque já não aguentavamos o calor…

Tenham em atenção onde ficam… Embora o país seja seguríssimo (não se esqueçam que existem aqui as regras mais esquisitas do mundo!) ficamos numa zona de reputação duvidavel e um bocado longe do centro… Não digo que fiquem no marina bay mas escolham algo mais central.

Por fim a arquitetura! Se têm um interesse por esta área este é o vosso destino. Barcos em cima de arranha céus? Check! Árvores de metal? Check! Jogos de luz e cor? Check!

Há muita gente que termina a viagem pela área que fizemos nesta zona. Dizem que é bom para fazer a transição entre a viagem e a realidade. Nós fizemos o oposto e  na verdade também funcionou. Aqui têm a arquitetura e ordem europeia com a comida e costumes asiáticos!

Vamos lá então começar a série de posts sobre Singapura!

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Viagens

Sudoeste Asiático – vistos para Singapura, Vietname, Cambodja e Tailândia

Comecemos então pelos vistos. Singapura e Tailândia foram super simples. Cidadãos portugueses que fiquem menos de 30 dias não precisam de visto. É só chegar e entrar! Claro que terão de preencher um papel que vos e’ dado no aviao, apresentá-lo na fronteira mas depois é só mostrar o passaporte e levar um carimbo.

Quanto ao Vietname e o Cambodja já não é bem assim. Antes que avance na explicação tenham em atenção que isto apenas é válido para cidadãos portugueses que entrem pelo aeroporto de Hanói (Vietname) ou Siem Reap (Cambodja). E nunca se esqueçam de dar uma passada no site oficial dos países, pois procedimentos mudam com os tempos.

Vietname

O visto para este país divide-se em duas partes: uma pré aprovação/carta convite feita antes e o visto quando se chega. O pré-visto é feito online e pode ser feito por várias agências, sendo que nos fizemos por aqui. Dias depois recebemos a tal carta de convite. Não se assustem se virem outros nomes na carta, e’ assim mesmo, só tem de pesquisar pelo vosso.

Depois a chegada existe a segunda parte. Para esta parte tem de fazer download deste formulario e preenchê-lo. Levem $25 por pessoa em dinheiro que terão de pagar a chegada. Para alem deste formulario tem de apresentar a carta convite, uma foto extra e o vosso passaporte.

Mas há um passo importante que não encontramos em lado nenhum nas nossas pesquisas e que é importante mencionar. Quando aterrarem no aeroporto vão encontrar o serviço de fronteiras. No entanto antes de irem para esta fila têm de ir para uma outra para levantarem o visto propriamente dito. O balcão para fazer isto fica em frente a do serviço de fronteiras. Primeiro entregam o pré-visto e o formulário preenchido, uma foto (embora todos os sítios tenham dito uma foto nós só precisamos de duas), o passaporte e esperam (há uma zona de espera). A vossa foto e nome aparecerá num ecrã depois (esperamos uns 20 minutos porque quase não havia fila) e então recolhem os passaportes e fazem o pagamento dos $25 por pessoa (em dólares, não se esqueçam!). Então aí, com o vosso passaporte na mão é que vão para a fila de emigração. Nós perdemos bastante tempo porque não sabíamos deste passo importante!

Cambodja

O visto do Cambodja e’ super simples. Basicamente apenas tem de pedi-lo com antecedencia neste link, e quando o receberem tem de imprimir e trazer convosco. Nenhuma taxa tem de ser paga a chegada uma vez que já pagaram quando pediram o visto online. Quando chegarem ao aeroporto podem ir diretos para o serviços de fronteiras usando os balcões que dizem e-visa.

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Sudoeste Asiático – Introdução e Itinerario

Esta serie de posts vai ser longa, provavelmente vai durar mais de dois meses, só para avisar 🙂 . Eu pessoalmente prefiro posts curtos e varios do que um longo que nunca vou ler 🙂

Programar uma viagem para esta parte do mundo nao e’ facil, principalmente quando temos pouco tempo. Assim sendo aqui ficam alguns fatores que tivemos em conta quando decidimos o itinerário:

  • Singapura e’ um hub para a viajar na Ásia, sabemos que mais tarde ou mais cedo vamos la voltar pelo que escolhemos não passar muito tempo
  • O objetivo de ir ao Vietname era ir a Ha Long Bay, pelo que não passamos muito tempo em Hanoi
  • No Cambodja apenas queríamos visitar os Templos de Angkor
  • Na Tailândia não queríamos mudar todos os dias de hotel pelo que dividimos o tempo por dois sitios (no sul). Tambem sabiamos que nao queriamos ir a Phuket pelo que apesar de utilizarmos o aeroporto nem la paramos
  • Bangkok também é um hub para viajar na Ásia, motivo pelo qual escolhemos passar apenas dois dias lá

Assim sendo aqui vai o itinerário:

18/04 – embarcamos as 21:35 de Londres para Singapura chegando no dia seguinte ao final do dia (voo direto com a British Airways)

20 e 21/04 – Singapura

22/04 – voamos para Hanoi de manha

tarde de 22 e manhã de 25 de Abril – Hanoi

23 e 24/04 – Cruzeiro na baía de Ha long.

25/04 – voamos para Siem Reap (Cambodja) ao final do dia

26 e 27/04 – Visitar templos de Angkor

28/04 – voamos para de Siem Reap para Phuket  bem cedo. Ficamos duas noites nas ilhas Phi Phi e 3 noites em Ao Nang.

03/05 – voamos de Krabi para Bangkok ao final do dia

4 e 5/04 – Bangkok

06/05 – voamos para Londres às 11:30 hora local chegando às 18:20 do mesmo dia.

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Jet Lag

Se procuram dicas neste post podem já ir embora, este post vai ser apenas de queixinhas…. Vá, dou-vos mais uma oportunidade para irem embora… Ainda aqui estão? Então cá vai!

Odeio aquelas pessoas que dizem que jet lag não as afetam. Para mim 2 horas de diferença já são uma tormenta… E neste momento escrevo este post diretamente de Sigapura, as 5 da manhã depois de dar voltas na cama durante quase duas horas. Não faço ideia que horas o meu corpo acha que são (nunca penso qual é a hora em casa) mas está todo baralhado. Quando mudo de fuso horário o meu corpo passa-se. Dores de cabeça, dores de barriga, exaustão e até tonturas são apenas alguns dos sintomas. Claramente não dava para piloto de aviões…

E não vale a pena sugerirem seguir os passos normais. Não, não tenho vida nem tempo para dias antes de viajar adaptar o meu corpo ao fuso horário. Eu trabalhei até às 17:30 no dia que apanhei o voo para aqui (que foi as 21:30). E sim, dormi no avião (quase 10 horas) porque foi um voo noturno. E bebi água. E não faço contas para pensar que horas são em casa. Nada resulta… E daqui a duas semanas e meia isto volta tudo outra vez quando chegar a casa.

Sim, a viagem vai valer a pena. Sim, ninguém me obriga a viajar. Mas deixem-me curtir o meu mau feitio hoje, amanhã tudo passa…

Nota: o regresso foi ainda pior. Uma semana depois e adormeço às 21 e acordo às 5 se não for antes!! 😦

Dia a Dia

Inspiracao

Às vezes perguntam-me como aguento o ritmo, como arranjo inspiracao para escrever.

Primeiro que tudo escrever sai-me naturalmente. Desde cedo, quando comecei a descobrir as letras, que percebi que o mundo da escrita era algo fantastico. Mantive diarios durante imensos anos, sempre escrevi para mim, mesmo que segundos depois o apagasse. Em segundo lugar adoro viajar! E a melhor forma de aliar estas duas paixões (escrever e viajar) e escrever sobre viajar!

Mas sim, as vezes passo por períodos que não sai nada. Que não consigo sentar e escrever. Que nao me consigo concentrar. Normalmente isso acontece quando estou a escrever sobre uma viagem que não acabou de acontecer. Quando isso acontece respeito o meu cérebro. Eu trabalho numa área super criativa e há momentos para criar e momentos para introspecção. Como eu deixo posts escritos com muita antecedência (entre um a tres meses) posso tirar estes dias, semanas de pausa sem me sentir culpada. Sei que quando a inspiração regressar sou capaz de escrever 3 posts por dia durante uma semana.

Acima de tudo este blog e’ uma distração para mim. E sei que nao devo nada a ninguém se falhar um dia, ou uma semana. Há um ano e meio que escrevo consistentemente aqui, no entanto isso não quer dizer que o va continuar a fazer.

Mas nada temam, nao tenho NENHUMA intenção de parar de escrever aqui. E nao parem de comentar, eu ADORO receber comentarios!

 

Dia a Dia

Hábitos ingleses que já adquiri

Depois de cinco anos e meio no reino unido a aculturação já se faz notar… Não só começo a ter dificuldade em falar português sem me engasgar como alguns hábitos culturais dos ingleses já me estão a entrar no dia a dia.

Pontualidade britânica – podia ser mito mas não é. Pontualidade é algo muito sério por aqui e considerado de mau gosto chegar atrasado sem avisar. Se me for encontrar com amigos portugueses sou mais relaxada mas não mais do que 10 minutos.

Troquei o café por cha inglês – e mais tarde por chá de frutas por causa da cafeína.

Como scones com “clutted cream” – não sempre porque não é nada saudável mas se comer um scone vai ser sempre com clutted cream.

Evito o contacto pessoal – admito que me tornei muito menos social com pessoas que não conheço. Se existir um assento isolado num comboio sento-me nesse para garantir que não vou ter de falar ou interagir com pessoas. Se puder resolver um assunto online em vez de ligar ou ir ao sítio melhor!

Falo mais baixo – mas mesmo assim as pessoas ainda dizem que falo alto…

Evito tocar em pessoas – teve de ser, notei que era esquisito para as pessoas com quem trabalho se lhes tocasse no ombro para chamar a atenção

Almoço rápido – em meia hora no máximo. Mas não em frente ao computador!

Agenda – os meus compromissos pessoais são marcados com semanas (se não meses) de antecedência!

Marcar – não apareco no cabeleireiro, num restaurante, no cinema ou no teatro sem marcar. Não se esqueçam que vivo numa zona densamente populada por isso aparecer no meu restaurante preferido de sushi sem marcação não da, vão estar cheios!

Pedir desculpa – os ingleses pedem desculpa por tudo e mais alguma coisa e eu estou assim (se bem que me lembro de o meu pai se irritar há imensos anos atrás quando já fazia isso).

Não usar lençol de cima – Por aqui só se usa lençol de baixo (com elástico!) e capa de edredão, que e mudado semanalmente. Nunca vi lençol de cima à venda.

Meal deal – à hora de almoço há imensas opções nos supermercados para almoço. Entre estas opções encontram-se os meal deals que são menus normalmente baratos (£3) que incluem uma sandes, um pacote de batata frita (ou fruta) e uma bebida. Não o faço todos os dias até porque levo muitas vezes comida de casa mas e uma ótima opção para um almoço de última hora.

Jantar cedo – em casa jantamos quase sempre no máximo às 20h mas é super normal ser convidada para jantares as 19h ou as 18h! Na verdade até gosto porque chego a casa cedo!

E por aí? Habitos que tenham mudado?

Viagens

Passaporte

Ao longo dos últimos tempos descobri que o passaporte (português) tem uma série de particularidades.

Embora o passaporte (português!) tenha 5 anos de validade na verdade a maioria dos países (fora da união europeia ou do acordo de Schengen) não aceitam que se viaje para estes países com menos de 6 meses de validade a contar da data de saída do país.

Algumas companhias aéreas não deixam marcar voos se o voo acontecer nos últimos 6 meses de validade do passaporte. Esta frase parece semelhante ao que disse antes mas a grande diferença tem a ver com o facto de não poderem marcar voos até que renovem o passaporte. Por exemplo, o meu passaporte expirava em outubro de 2019. Em novembro de 2018 tentei marcar um voo para maio de 2019 e não consegui porque não tinha os tais 6 meses. Há empresas que deixam mudar os detalhes do passaporte posteriormente mas como estava a marcar um voo low cost na Ásia isso não ia poder acontecer e assim tive de renovar o passaporte em novembro, perdendo praticamente um ano antes da data de validade. Para além disso o número do passaporte mudou (alguem sabe se muda sempre? Este e’ so’ o meu segundo passaporte).

O passaporte português não pertence ao cidadão mas sim ao estado. Embora em alguns países, como o reino unido, seja possível ficar com o passaporte, isso não acontece com o passaporte português que tem de ser devolvido quando se renova.

Existe o mito que não se pode renovar o passaporte mais cedo. Não sei qual é o fundamento mas quando renovei o meu quase um ano antes do prazo terminar não colocaram nenhuma objeção quando expliquei.

O passaporte português é considerado dos mais valiosos do mundo. Este ranking lista o número de países que os portugueses podem entrar sem visto. Atualmente são 122. Podem encontrar mais informações aqui.

Sei que existe um problema enorme em conseguir marcação para renovar o passaporte e o cartão do cidadão. Até ao final do ano passado em Coimbra não tive problema nenhum. Eu faço no registo civil da avenida sá da bandeira e nunca esperei mais de 10 minutos. A única razão pela qual faço lá é porque o meu pai trabalha lá perto e assim pode ir lá buscá-lo, no entanto sei que na loja do cidadão demora mais um bocado…

Viagens

Bolonha

Guardamos Bolonha para domingo. Na verdade o plano era levantar cedo e visitar Bolonha de manhã e algo mais a tarde mas o cansaço venceu e levantamo-nos mais tarde…

Percebemos pelas pesquisas que Bolonha não era assim tão bonita, nem tinha muito para ver. No entanto nao queríamos deixar de visitar.

Comecamos pela Plazza Maggiori. E’ aqui que se concentra a maior parte das atrações, pelo que recomendo que fique bastante tempo a apreciar os edificios, estátuas e pessoas.

E’ nesta praça que vai encontrar a Basílica de São Petrônio, o Palazzo d’Accursio e a Fonte de Neptuno.

 

(ADICIONAR FOTO DA FONTE)

Por fim visite a prova que os italianos são grandes arquitetos mas nao sao grandes engenheiros! Até visitar Bolonha pensava que Pisa tinha a unica torre inclinada mas estava enganada. A torre degli asinelli, embora não tenha o mesmo esplendor da torre de Pisa dá-nos a mesma sensação de que vai cair a qualquer momento.

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Acabamos o dia a almoçar na Osteria dell’Orsa. Esta dica foi de uma blogger que sigo ha muitos anos que por sua vez recebeu de uma guia local. A primeira coisa que me vem a memória quando falam em Bolonha e’ sem dúvida esparguete a bolonhesa. Eu amo massas e esparguete a bolonhesa ainda mais! Como tal, mal soubemos deste espaco ficou logo decidido que era ali que iamos almocar. Fica um bocado longe da zona turística (OPTIMO!) e preparem-se para esperar pelo menos uma hora se forem ao fim de semana a hora de almoco. Mas valeu MUITO a pena! Eu comi um esparguete a bolonhesa (que se  chama Tagliatelle al ragu por aqui) e o J uma lasanha. Para sobremesa eu dispensei mas o J. babou-se por um salame (sobremesa preferida dele). Se não se importarem de esperar e’ sem duvida um sítio que recomendo!